PICKLEBALL NO SESC BOM RETIRO

Dias 03, 04, 11 e 15 de Novembro          



MAIS DE 70% DA DELEGAÇÃO NO PARAPAN É BOLSISTA DO ME

A equipe brasileira de atletas que disputará a quarta edição dos Jogos Parapan-Americanos, de 12 a 20 de novembro, em Guadalajara, no México, conta com 223 atletas, sendo 158 deles (71%) beneficiados pelo programa Bolsa-Atleta do Ministério do Esporte.

Eles irão buscar classificações para as Paraolimpíadas de Londres em 2012 e competirão no mesmo patamar de igualdade de países desenvolvidos como Canadá e Estados Unidos.

Os atletas disputarão 13 modalidades: atletismo, basquete em cadeiras de rodas, bocha, ciclismo, futebol de 5, goalball, judô, halterofilismo, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, tiro com arco e vôlei sentado.

Um convênio firmado entre o Ministério do Esporte e o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), no valor de R$ 6,3 milhões, viabilizou a ida de seis seleções brasileiras paraolímpicas.

O Parapan será classificatório para os Jogos de Londres 2012 em algumas modalidades, como basquete (Canadá e Estados Unidos já têm vaga), goalball, halterofilismo (vencedor de cada categoria de peso) tênis de mesa (o campeão de cada categoria) e vôlei sentado (somente o campeão conquista vaga).

No tiro com arco e no tênis em cadeiras de rodas, a pontuação no Parapan vale para o ranking internacional, qualificatório para as Paraolimpíadas.

Na primeira edição dos Jogos em 1999, na cidade do México, o Brasil conquistou 180 medalhas (92 de ouro, 55 de prata e 33 de bronze), alcançando o segundo lugar geral.

Em Mar del Plata 2003, o país foi vice novamente, com 164 (80 ouros, 53 pratas e 31 bronzes).

A meta deste ano é repetir a primeira colocação no quadro geral de medalhas, conquistada na última edição do Parapan-Americano no Rio.

Segundo o presidente do CPB, Andrew Parsons, o hipismo, modalidade que recebeu R$ 207,3 mil da verba do ministério, foi a primeira categoria a utilizar os recursos em um intercâmbio internacional cultural que começou no dia 6 de junho em competições na Europa, com qualificatórias para Londres 2012.(Ministério do Esporte)

Fonte: www.cbtm.org.br

 

Parapan Guadalajara, saiba um pouco mais sobre os esportes de raquete

Data: 03/11/2011

Entre os dias 12 e 20 de novembro, 223 atletas vão representar o Brasil nos Jogos Parapanamericanos de Guadalajara 2011.

Eles competirão em 13 modalidades e esperam repetir o bom resultado do Parapan do Rio, quando o país alcançou o primeiro lugar no quadro geral de medalhas.

Para entrar no clima e ficar mais por dentro dos Jogos, que tal ler um pouco mais sobre cada uma das modalidades? Veja:

 TÊNIS DE MESA

No Parapan do Rio 2007, o Brasil foi campeão geral da modalidade com 26 medalhas, sendo 11 de ouro, sete de prata e oito de bronze.

O objetivo é repetir a grande campanha em Guadalajara, no próximo mês de novembro.

TÊNIS EM CADEIRA DE RODAS

O Tênis em Cadeira de Rodas foi criado há mais de 35 anos e ainda hoje é um dos esportes paraolímpicos que mais cresce no mundo.

A principal diferença para o tênis tradicional é que a bola pode quicar até duas vezes.

Carlos Jordan, Maurício Pomme e Natália Mayara são alguns dos grandes nomes do Brasil na modalidade.

Fonte: Comitê Paraolímpico do Brasil

Às vesperas do Parapan, Brasil projeta 1º lugar em Guadalajara

Data: 03/11/2011

De malas prontas para os Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara, entre os dias 12 e 22 de novembro, os 213 atletas brasileiros que competem no evento têm uma importante missão: repetir o primeiro lugar no quadro geral de medalhas, conquistado na última edição, Rio 2007.

Potência no continente, o Brasil tem bons indicativos de que a campanha se concretizará.

No Parapan do Rio, o Brasil conquistou 228 medalhas, sendo 83 de ouro, 67 pratas e 77 bronzes.

Na primeira edição dos Jogos, na Cidade do México 1999, o País conquistou 180 medalhas (92 de ouro, 55 de prata e 33 de bronze), alcançando o segundo lugar geral.

Em 2003, em Mar del Plata, repetiu o vice com 164 (80 ouros, 53 pratas e 31 bronzes).

Além disso, na Paraolímpiada de Pequim, o Brasil ficou em nono no quadro de medalhas, com um crescimento vertiginoso em relação às edições passadas - foi 14º em Atenas 2004 e 24º em Sydney 2000.

Resultados recentes também mostram um cenário positivo.

O para-atletismo brasileiro ficou em terceiro lugar geral no Campeonato Mundial, atrás somente de Rússia e China.

Esportes como ciclismo, tênis de mesa, judô e natação também são destaques.

Serão 13 modalidades disputadas no México e muitas delas já são classificatórias para os Jogos Paraolímpicos de Londres 2012 como é o caso do Basquete, Goalball, Halterofilismo, Tênis de Mesa e Vôlei Sentado.

No Tiro com Arco e no Tênis em Cadeira de Rodas, a pontuação no Parapan vale para o ranking internacional, qualificatório para as Paraolimpíadas.

Fonte: Terra Esportes

Brasil leva 24 vagas olímpicas e COB vê meta atingida

Data: 30/10/2011

O Comitê Olímpico Brasileiro considera que alcançou a sua meta para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, competição encerrada neste domingo.

O objetivo do COB era classificar atletas para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.

Das 93 vagas que estavam em jogo no México, o Brasil conquistou 24 delas, 26% do total em disputa.

Foram conquistadas vagas olímpias no pentatlo moderno feminino (uma), no hipismo CCE (cinco), no handebol feminino (14), na canoagem de velocidade (duas) e nos saltos ornamentais (uma).

Outras ótimas chances, porém, foram desperdiçadas, casos principalmente do adestramento (cinco) e do handebol masculino (14).

No hipismo, o Brasil podia ficar até na quarta colocação por equipes (EUA e Canadá foram ouro e prata, já estavam classificados e duas vagas estavam em jogo).

Terminou em quinto, atrás de equipes menos tradicionais, México e Colômbia.

No handebol masculino, perdeu a final para a Argentina, desperdiçando a chance do tricampeonato consecutivo.

"Nossa prioridade aqui (em Guadalajara) era conquistar vagas para os Jogos Olímpicos e, com os resultados obtidos, o Brasil já conta com um total de 104 atletas de 13 esportes garantidos em Londres. O desafio agora é classificar mais atletas nos torneios qualificatórios que virão pela frente", diz o superintendente executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire.

Algumas vagas não vieram por pouco.

Na prova das C1 200 metros da canoagem, Nivalter de Jesus ficou com a prata por uma diferença de menos de um segundo em relação ao canadense medalhista de ouro e já não tem mais chances de ir a Londres - no Mundial, ele ficou em oitavo e os sete primeiros se garantiam na Olimpíada.

O tiro esportivo oferecia vagas olímpicas aos campeões pan-americanos, mas na única categoria em que o Brasil foi campeão, na pistola 25 metros feminina, Ana Luiza Mello já estava classificada a Londres pelo seu desempenho no Campeonato Pan-Americano de Tiro.

No polo aquático, o Brasil sonhava com a vaga olímpica no masculino, mas perdeu por pouco para Estados Unidos e Canadá e acabou apenas em terceiro.

O feminino também foi bronze, mas ficou longe de rivalizar com os dois times da América do Norte.

Os EUA conquistaram a vaga nos dois sexos.

No tênis de mesa, os campeões do individual também se garantiriam em Londres, mas os melhores brasileiros caíram nas quartas de final.

Já no pentatlo, Luis Magno precisava ser um dos dois melhores das América do Sul e Central. Foi o quarto (terminou em nono no geral) e ficou sem a vaga.

Por ter conquistado apenas quatro ouros a menos do que quando competiu em casa, há quatro anos, o COB vê evolução no esporte brasileiro.

"Já estamos colhendo os frutos da transformação iniciada com os Jogos Pan-Americanos Rio-2007, que seguem o nosso planejamento conjunto com as confederações brasileiras dirigentes de esportes olímpicos rumo aos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio", avalia Freire.

Fonte: Diário do Grande ABC

Rogerinho diz que faltou intensidade; técnico critica desgaste no Pan

Data: 23/10/2011, por Celso Paiva

O paulista Rogério Dutra Silva foi o destaque do tênis brasileiro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara com duas medalhas conquistadas.

Depois do bronze nas duplas mistas, ao lado de Ana Clara Duarte, o tenista ficou com a prata ao ser derrotado pelo colombiano Robert Farah, por 2 a 0, neste sábado.

Rogerinho admitiu que faltou intensidade nos momentos decisivos da final, mas saiu satisfeito com a campanha no Pan.

Faltou um pouco de intensidade. Faltou energia na hora que eu estava na frente, deixei escapar a chance e ele cresceu no jogo. (Farah) acabou jogando melhor nos pontos decisivos, mas foi uma semana boa. Saio forte daqui", disse o medalhista.

Na decisão do ouro, Rogerinho não conseguiu segurar o ritmo do colombiano. Farah utilizou a tradicional catimba para tentar desequilibrar o adversário brasileiro.

"Ele é um cara que sempre está reclamando, retardando o jogo", disse o paulista, que ressaltou a superioridade do rival.

"Mas ele jogou bem e mereceu o resultado", afirmou.

Rogerinho enfrentou uma verdadeira maratona na reta final do Pan-Americano.

Na sexta-feira o brasileiro disputou duas partidas.

A primeira foi contra o equatoriano Julio Cesar Campozano, quando garantiu vaga à final do simples.

Na segunda decisão do dia, em partida que teve uma hora e 50 minutos de duração, o tenista conquistou o bronze nas duplas mistas.

Apesar do desgaste natural, Rogerinho afirmou que se sentia preparado para a sequência de jogos.

"Trabalhei bem a semana inteira, estava bem fisicamente e preparado para isso. Saio feliz com meu desempenho. Meu maior objetivo agora é entrar direto no Aberto da Austrália. Tenho que estar, mais ou menos, na posição 105 do ranking da ATP", disse ele, que atualmente ocupa a 116ª colocação.

O capitão da equipe brasileira de tênis, João Zwetsch, elogiou o desempenho do "guerreiro" Rogerinho.

"Quero dar parabéns ao Rogério, que é um grande guerreiro. Eu não diria que ele está sem energia. A realidade é que a sexta (quando Rogério ganhou o bronze nas duplas mistas) foi muito desgastante".

Após a conquista da primeira medalha pan-americana, o tenista paulista teve pouco tempo de recuperação para a disputa do ouro.

"O Rogério deitou na cama para dormir às 3h, mas isso não é nenhum tipo de justificativa. As condições favoreceram ao Farah pela maneira que jogam. Mas tenho certeza que, se o Rogério estivesse em uma condição um pouquinho melhor, as chances seriam maiores", disse João Zwetsch.

Rogerinho vive a melhor temporada em 2011. Entre os três brasileiros convocados para o Pan, era o menos cotado para brigar pelo ouro, porém, Ricardo Mello e João Olavo Soares, o Feijão, decepcionaram.

O capitão do Brasil ressaltou a evolução do tenista.

"Rogério é um jogador que vem melhorando ano após ano. Ele é merecedor de sair com duas medalhas no peito e tem que se sentir orgulhoso do que fez aqui", concluiu Zwetsch.

Fonte: Terra Esportes

Modalidades "esquecidas" carecem de apoio no Brasil

Data: 23/10/2011, por Ary Pereira Jr.

Nos últimos dias acompanhei de perto várias modalidades, que infelizmente nem sempre têm espaço na mídia, vítimas da monocultura do futebol em nosso País.

Fomos atrás do badminton, tênis de mesa, squash, luta greco-romana e até do hóquei sobre grama (esporte sem representante brasileiro em Guadalajara) para levarmos democraticamente até a exigente audiência do Terra, as transmissões dos esportes excluídos da geração oficial de imagens do Pan.

É gratificante poder oferecer uma transmissão exclusiva aos praticantes e amantes de uma determinada modalidade, que nem sonhavam com a oportunidade de torcer assistindo ao esporte preferido ao vivo.

Gratificante porque a gente percebe a euforia dos internautas pelas mensagens enviadas.

A resposta é imediata. Esse tipo de cobertura contribui para a evolução do esporte.

E são exatamente modalidades como estas que mais carecem de apoio.

Quando os torneios das modalidades aqui citadas se afunilam com oitavas, quartas-de-final e semifinais, a história se repete e os brasileiros duelam invariavelmente com atletas que estão mais de cem posições à frente no respectivo ranking.

Por mais que haja esforço e talento na maioria das vezes não dá jogo. É uma questão técnica.

No tênis de mesa quase deu para a brava Jéssica Yamada. Ela não ganhou da americana Ariel Hsing por detalhes. Perdeu por 4 sets a 3 o jogo que a levaria para as quartas. Quase 150 posições à frente no ranking, a americana poderia ter atropelado Jéssica não fosse a superação e garra demonstradas na mesa.

Com Caroline Kumahara a situação foi ainda mais crítica. Enfrentou, na mesma fase, a chinesa naturalizada dominicana Wu Xue. Pouquinho antes da partida me aproximei da Caroline mais para dar um incentivo. “Vai lá Carol. Boa sorte, estamos torcendo”. Realista, Carol respondeu. “Eu vou jogar, mas ela é número 50 do mundo e eu sou mais 300″. Pois é. Não dá jogo mesmo.

Encerradas as partidas para os brasileiros, fiz questão de ouvir a opinião de Hugo Hoyama, atleta que acompanho desde os Jogos Pan-Americanos de Mar del Plata, em 1995.

Do alto de suas 10 medalhas de ouro e 42 anos de experiência, Hoyama foi objetivo. “Para tirar essa diferença tem de jogar. E jogar com adversários de alto rendimento”.

Durante dois ou três anos vi de perto o incansável trabalho de Marcos Yamada, pai da Jéssica, na academia Itaim Keiko, em São Paulo.

Essas meninas do Pan abrem mão de qualquer atividade para treinar tênis de mesa. Passear, namorar, ir ao cinema, tudo fica para depois, menos o estudo, é claro.

Mas apesar de toda a dedicação, é difícil evoluir se não houver, por exemplo, um programa que concilie estudo e treino e de preferência com um intercâmbio internacional. Pode ser uma saída eficiente.

Na semifinal do squash masculino por equipes, que também transmitimos com exclusividade, os brasileiros Vinícius Rodrigues e Vinícius de Lima não tiveram a menor chance diante de mexicanos muito mais bem ranqueados.

Uma disputa desigual. E o mesmo pude observar durante nossa transmissão do primeiro dia da luta greco-romana. Marcelo Gomes, o Zulu, e Rafael Páscoa não venceram uma luta sequer.

O próprio local de lutas, o CODE ll (Complexo de Fomentação ao Esporte) é um espaço dedicado às crianças que querem lutar: boxe, taekwondô, greco-romana e por aí vai. É um programa do governo de Jalisco voltado ao esporte de base.

Fiz a mesma pergunta do Hoyama ao chefe da delegação brasileira de lutas, Roberto Leitão. “Por que a diferença?” Leitão apresentou uma proposta que hoje parece mais um sonho. “Precisamos encher os clubes e as academias de crianças para formarmos o lutador do futuro.

Hoje não temos a garantia de uma continuidade se olharmos para a base das lutas olímpicas.

A molecada tem que lutar”. E vejam que estamos falando em nível pan-americano.

Imaginem a dimensão do problema se o transportarmos as diferenças de todas essas modalidades entre brasileiros e atletas de outros países para um patamar olímpico.

Fonte: terra Esportes

Após bronze histórico, brasileiro do badminton é recebido com festa

Data: 23/10/2011

Primeiro medalhista do Brasil na categoria individual do badminton na história dos Jogos Pan-Americanos, Daniel Paiola foi recebido com festa na volta ao País, na tarde de sábado.

Amigos e familiares estavam no Aeroporto Governador André Franco Montoro, em Guarulhos, para recepcionar o atleta.

Eles levaram, inclusive, uma faixa para homenagear o campineiro com os seguintes dizeres: "parabéns Daniel Paiola! Medalha vale ouro".

O jovem, 22 anos, garantiu o bronze nos Jogos de Guadalajara em 18 de outubro ao ser derrotado na semifinal pelo favorito guatemalteco Kevin Cordon, número 32 do mundo, que conquistaria dois depois o ouro - não existe disputa pelo terceiro lugar no badminton pan-americano.

"É sempre bom ter amigos e familiares por perto. Isso motiva ainda mais para os próximos torneios. Voltei muito feliz com o resultado e sei no que posso melhorar ainda mais. Estou focado no meu objetivo de chegar aos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Estou bem confiante e sei que preciso da torcida de todos", comentou o atleta.

No próximo domingo, Paiola embarca para competir em Porto Rico. Em seguida, participa de outro evento em Miami, nos Estados Unidos.

"Esses torneios são importantes, como todos até o anúncio oficial dos Jogos Olímpicos. Vou treinar muito esta semana para estar pronto para os duelos", completou.

Graças ao resultado no México, o brasileiro deve ganhar algumas posições no ranking individual da Federação Internacional de Badminton (BWF, na sigla em inglês), cuja atualização será divulgada na quinta.

Sua colocação atual é a 89ª.

A lista de 3 de maio de 2012 será utilizada para classificar até 38 atletas para o torneio de simples da Olimpíada de Londres.

Fonte: Terra Esportes

Bronze do badminton, Paiola tem vaga garantida como torcedor

Data: 21/10/2011, por Emily Canto Nunes

No pódio dois dias depois de ganhar a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, a primeira na categoria individual masculina do badminton, Daniel Paiola já tem certeza de que estará na Olimpíada do Rio de Janeiro.

Torcedor nato que é, ele adiantou que irá tanto para a Copa do Mundo de 2014 quanto para os Jogos de 2016.

Paiola diz que vale a pena. "A sensação de estar em um evento desses, como atleta ou como torcedor, é inesquecível. É emocionante. É uma festa muito bonita", disse o brasileiro que participou do primeiro Pan competindo.

Na quarta, Paiola viu a vitória do Brasil sobre a República Dominicana na torcida, com bandeira e tudo mais.

Em 2007, antes de ser atleta, Paiola passou 20 dias no Rio para acompanhar o Pan-Americano.

"Eu amo esporte. Em 2007, assisti badminton, vôlei, ciclismo, futebol, basquete, handebol... Para mim, o que tiver valendo medalha eu estou lá na torcida", confessou.

Para a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, e a Olimpíada em 2016, no Rio de Janeiro, Paiola já está se programando.

"Se não tiver como atleta, eu estarei na torcida". Já para ir para Londres 2012 como atleta Paiola precisa ficar entre os 75 melhores do ranking mundial.

Hoje, segundo ele, está na casa do 80. Ele explica que para pontuar tem que participar de circuitos internacionais e que ele deve estar em mais competições do que precisa.

Até o final do ano o brasileiro deve participar de cerca de cinco eventos.

Segundo ele, para o ranking geral, vale os dez melhores pontos feitos entre maio de 2011 e final de abril de 2012.

Fonte: Terra Esportes

Abatida, Lígia Silva aponta "descontrole" como causa de eliminação

Data: 20/10/2011, por Tariana Chaud

Lígia Silva demonstrou um grande abatimento após a eliminação na disputa individual do tênis de mesa, nesta quinta-feira, nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

Derrotada de virada pela americana Ariel Hsing, por 4 sets a 3, nas quartas de final, a mesatenista brasileira culpou a falta de controle emocional por ter ficado sem medalha.

"Tive mesmo um descontrole, mas são experiências que a gente leva para toda a vida. Tenho certeza de que lutei até o final e vou continuar lutando na minha carreira", afirmou Lígia, que chegou a abrir 3 sets a 1 e colocar uma vantagem de 7 a 4 na quinta parcial antes da incrível reação da adversária.

Chateada, a brasileira assegura que sai do México com a sensação de que poderia ter alcançado um resultado muito melhor.

"Fica aquela coisa de que tinha condições de ir mais longe. Não era para perder um jogo assim, mas tenho que pensar mais à frente agora", concluiu a atleta, que está com 30 anos e disputou pela quarta vez os Jogos Pan-Americanos.

Com a eliminação de Lígia, as brasileiras do tênis de mesa terminam a participação em Guadalajara sem a conquista de medalhas.

No masculino, o Brasil faturou um ouro na disputa por equipes.

Fonte: Terra Esportes

Brasil cai diante de favorito México e fica com o bronze no squash

Data: 20/10/2011

A equipe brasileira de squash sucumbiu diante dos favoritos mexicanos e acabou derrotada nas semifinais dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

Enfrentando atletas melhores classificados no ranking mundial, o time formado por Rafael Fernandes, Vinícius Rodrigues e Vinícius de Lima perdeu por 2 a 1, de virada, para os donos da casa.

Com o revés, o País deixa a competição com a medalha de bronze.

Apontado como azarões diante dos mexicanos, os brasileiros começaram o confronto com vitória.

Rafael Fernandes, que acabou derrotado diante dos colombianos, venceu Arturo Salazar por 3 a 0, parciais de 11/6, 11/7 e 11/8.

No confronto seguinte, Vinícius Rodrigues perdeu para Cesar Salazar por 3 a 0 (11/4, 11/8 e 11/6).

Na decisão, Vinícius Lima não resistiu a Eric Galvez e caiu também por 3 a 0, parciais de 11/6 11/5 e 11/5.

Diante de um atleta top-100 do mundo, o brasileiro, que sequer aparece no ranking profissional, não resistiu aos golpes mais técnicos do adversário, que sacramentou a vitória dos donos da casa.

Fonte: Terra Esportes

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