ALGUMA MARCA QUERENDO INVESTIR?




Daniel Paiola é derrotado no Tahiti na 2ª rodada

Data: 21/04/2012 

Chegou ao fim a participação brasileira no Torneio Internacional do Tahiti.

No período da manhã, Daniel Paiola venceu o atleta da casa Remi Rossi por 2 x 0, com parciais de 21-9 e 21-19.

A tarde, o brasileiro encarou a segunda partida e foi derrotado para o atleta da Holanda, Tjitte Weistra, naturalizado na Nova Zelândia, por 2 x 0, com parciais de 21-15 e 21-18, em um pouco mais de 40 minutos.

Agora, ele ainda disputa o torneio de Portugal, antes do anúncio oficial da lista dos Jogos Olímpicos.

“Não foi o resultado que queria. Este torneio era muito importante e joguei mal. Agora, preciso ser campeão em Portugal para continuar com o sonho da vaga. Vamos aguardar o que acontecerá e torcer”, comenta Paiola, muito chateado com sua atuação no Torneio do Tahiti.

A tabela de Portugal já foi divulgada e o brasileiro enfrenta na primeira rodada o peruano Rodrigo Pacheco, cabeça de chave número dois.

“Não será mais um jogo fácil, mas preciso vencer”, finalizou o brasileiro, que viaja para Portugal neste domingo.

Fonte: www.danielpaiola.com

 

Brasil segue vivo na disputa por vaga no Badminton em Londres 2012

Data: 20/04/2012 

Restando menos de 100 dias dos Jogos Olímpicos de Londres, a contagem regressiva se aproxima do fim e as últimas vagas do badminton prometem muita emoção.

Faltando poucos torneios para o anúncio oficial, a calculadora passa a fazer parte integrante dos equipamentos dos atletas.

O Brasil continua na briga e ainda tem esperança de colocar seu primeiro atleta nos Jogos Olímpicos.

Atual momento

Se a lista oficial estivesse fechada e divulgada hoje, o último atleta masculino classificado para a chave de simples seria o israelense Misha Zilberman, atual 73º do mundo.

O brasileiro Daniel Paiola seria o segundo atleta numa possível lista de espera. Paiola foi ultrapassado pelo iraniano Kaveh Mehrabi, após os resultados do Torneio do Peru.

Quem secar?

No topo do ranking, a China continua com o desafio de classificar três atletas masculinos (maior número de vagas para um único país, em caso de possuir três atletas entre os quatro melhores do mundo).

A disputa acontece entre o dinamarquês Peter Gade e o chinês Chen Jin, 4º e 5º do mundo, respectivamente. Gade perdeu nas quartas de finais do Torneio Europeu, onde precisava garantir um bom resultado para se manter na frente.

Na próxima competição (Yonex Sunrise India Open 2012), Gade defenderá pontos de um vice-campeonato e corre o risco de perder o posto para o chinês. Chen Jin está nas semi-finais do Torneio Asiático e segue na cola do dinamarquês. Na partida de amanhã, enfretará o outro chinês Lin Dan e pode haver um jogo de equipe (os quatro atletas semi-finalistas são chineses), facilitando a vitória de Chen Jin.

No Torneio da Índia, Chen Jin já pode chegar a frente de Gade e encontrá-lo nas semifinais. Caso o chinês consiga a quarta colocação, automaticamente, haverá uma vaga a menos para os outros atletas, que estão no final da lista.

Mais abaixo na tabela, no 17º lugar do ranking, o sul-coreano Shon Wan Ho tenta ser o segundo atleta do país classificado. Para que ele consiga a vaga, ele precisa estar entre os 16 melhores do mundo.

Atualmente, na 17ª colocação, ele precisa ultrapassar o alemão Marc Zwiebler. A diferença entre os dois é de apenas 86 pontos. Eles devem se enfrentar na Índia, no próximo torneio.

A disputa do atleta brasileiro Daniel Paiola é pelas últimas vagas disponíveis. Para uma classificação na primeira lista divulgada, somente a conquista de ao menos um torneio, em conjunto com mais uma ótima combinação de resultados.

As maiores chances são realmente na lista de espera. É comum alguns países possuírem regras internas de classificação olímpica, o que pode abrir espaços.

O que fazer?

Só há uma única saída: vitórias.

Paiola precisa, no mínimo, permanecer onde está. Como objetivo deve recuperar a posição perdida para Kaveh Mehrabi e se garantir como primeiro nome da lista de espera.

Os outros adversários de olho na lista de espera são: o americano Sattawat Pongnairat e o italiano Rosario Maddaloni. Sattawat já encerrou sua rotina de torneios e não marcará mais pontos até o fim da contagem.

Maddaloni seguirá os passos do brasileiro e disputará o Torneio do Tahiti e de Portugal.

A diferença de pontos entre ambos é grande.

Torcer!

O Brasil continua com chances. Os últimos dois torneios serão decisivos. Mesmo após a liberação da lista oficial, as emoções continuarão.

No momento, o brasileiro precisa conquistar bons resultados.

Retrospecto

Tomando como base as listas dos Jogos Olímpicos anteriores, este ano é a disputa mais acirrada das últimas quatro edições.

Nas outras, atletas masculinos que estavam entre os 100 primeiros colocados no ranking mundial se classificaram sem problemas na primeira lista oficial.

Fonte: www.danielpaiola.com

 

A 100 dias de Londres, Brasil tem 168 atletas garantidos na competição

Data: 18/04/2012, por Globo Esporte 

Meta brasileira é levar 250 representantes para os Jogos Olímpicos, alcançar 15 pódios e obter número maior de finais do que em Pequim-2008.

Exatos 100 dias separam os melhores atletas do mundo dos Jogos Olímpicos de Londres-2012, disputado entre 27 de julho e 12 de agosto.

Enquanto 168 brasileiros vivem a expectativa dos últimos meses de treino para a competição, outras dezenas deles ainda correm contra o relógio para carimbar o passaporte.

O objetivo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) é que a delegação alcance a marca de 250 representantes, inferior aos 277 de Pequim-2008.

Ainda que atinja a previsão do COB de 250 atletas, a delegação brasileira em Londres não vai superar a de Pequim-2008, que bateu o recorde do país, com 277 representantes (132 mulheres e 145 homens), em 32 modalidades.

Em Atenas-2004, foram 247 atletas. Mas, desta vez, o comitê não está preocupado com quantidade. Os objetivos são alcançar mais finais olímpicas do que em Pequim (41); igualar o número de medalhas (15) e preparar os potenciais atletas para os Jogos Rio-2016.

A lista, no entanto, ainda vai crescer nos próximos três meses. Alguns esportes que costumam somar muitos atletas ainda não estão com a equipe fechada.

A natação, que já tem 17 confirmados, ainda deverá ganhar novos nomes no Troféu Maria Lenk, na próxima semana (de 24 a 28 de abril), e na Tentativa Olímpica, em maio (9 a 12).

Entre os dia 11 e 13 de maio, a seleção de vôlei feminina, atual campeã olímpica, também buscará a confirmação em Londres no Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano, em São Carlos (SP) .

Esta semana, as meninas do polo aquático e do nado sincronizado também estão na briga por vaga em Pré-Olímpicos em Trieste (Itália) e Londres, respectivamente.

Entre os dias 20 e 24 de abril, no Pan-Americano, em Medellin, será a vez do tiro com arco. Ao mesmo tempo (de 20 a 22), terá uma seletiva da esgrima, em Santiago, no Chile.

No boxe, os brasileiros ainda têm chance de classificação no Pré-Olímpico das Américas, de 11 a 20 de maio, no Rio de Janeiro.

Os atletas de levantamento de peso entram em ação de 11 a 19 de maio, na Guatemala. De 7 a 15 do mesmo mês, vagas estarão em jogo no Mundial de Roma de pentatlo moderno.

Outros modalidades como judô, tênis, badminton, vôlei de praia, triatlo e ciclismo ainda dependem dos rankings das federações.

Entre os já classificados estão as seleções feminina e masculina de basquete e de futebol, a feminina de handebol e a masculina de vôlei.

Também já tem atletas de ginástica, vela, natação, saltos ornamentais, atletismo, tiro esportivo, tênis de mesa, triatlo, pentatlo moderno, esgrima, canoagem, remo, ciclismo, hipismo, pentatlo, taekwondo, boxe, maratona e maratona aquática confirmados.

O Brasil contará com bases de acomodação e treinamento exclusivas em Londres. A principal delas é o Centro de Treinamento Crystal Palace.

Além dele e da Vila dos Atletas, a delegação contará com mais seis bases de apoio. Serão hotéis próximos aos locais de competição de judô, taekwondo, boxe, lutas, triatlo, maratona aquática, vôlei de praia e vela.

Já a escola St. Pauls Way Trust servirá de base para treinamento exclusivo das equipes de vôlei do Brasil.

Fonte: Globo Esporte

Paiola enfrenta atleta do Tahiti na estreia

Data: 18/04/2012

Na reta final da preparação para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, o atleta Daniel Paiola, da Seleção Brasileira de Badminton, disputa um de seus últimos torneios, desta vez, o Air Tahiti Nui International Challenge, no Tahiti.

Seu adversário na primeira rodada será o atleta da casa, Remi Rossi. “Não fui bem no torneio no Peru, mas estou focado e sei que está na reta final das decisões. Preciso do resultado de todo jeito. Não será fácil, mas sei do que preciso e vou lutar até o fim para atingir meu objetivo”, comentou o atleta brasileiro que aguarda a divulgação do ranking nesta quinta-feira.

“Esta será uma das últimas listas antes da oficial. Todos estão fazendo conta e sabendo o que precisa fazer para se classificar. Sei do que preciso, mas quero focar no torneio e conquistar um bom resultado”, finalizou o atleta que joga nesta sexta-feira, às 16 horas (horário de Brasília).

www.danielpaiola.com

 

Daniel Paiola é derrotado por peruano na estreia do Peru Internacional

Data: 12/04/2012

O atleta da Seleção Brasileira de Badminton, Daniel Paiola, não foi bem na estreia do Torneio Internacional do Peru e acabou derrotado, por 2 x 0, com parciais de 21-19 e 21-15 para o atleta da casa, Mario Cuba.

O resultado não foi bom para o brasileiro, que defendia pontos importantes neste campeonato.

“Tinha boas chances neste torneio, mas não estava nos meus melhores dias. O Mario jogou muito bem e mereceu o resultado. Agora é descansar e focar nas próximas competições. Essa reta final promete muitas emoções e vou ser a grande surpresa. Acredito na classificação”, comentou Daniel Paiola, abatido após o tropeço, mas motivado na busca pelos Jogos Olímpicos de Londres.

Agora, o brasileiro disputará o Air Tahiti Nui International Challenge 2012 e depois embarca para Europa onde disputa sua última competição antes do anúncio oficial dos jogos.

“Cada dia que passa, todos os atletas ficam mais nervosos. Todos estão ansiosos para a lista. Tenho que focar e buscar os meus resultados”, finalizou o brasileiro.

Fonte: www.danielpaiola.com

 

Ídolo britânico do badminton diz que perda de vaga marcaria carreira

Data: 28/03/2012

O britânico Nathan Robertson, que ao lado de Jenny Wallwork disputa uma vaga nas duplas mistas do badminton para a Olimpíada de Londres, afirmou que uma eventual não classificação representaria uma grande decepção no fim de sua carreira.

Robertson, medalhista de prata em Atenas e campeão do mundo em 2006 com a ex-parceira Gail Emms, se aposenta das quadras em 2012.

As informações são do diário inglês The Sun. De acordo com o veículo, o atleta, que disputou três Jogos Olímpicos, ressaltou que caso não compita em Londres, não lembrará da carreira com desgosto.

Segundo ele, incríveis recordações lhe virão à mente, exceto a conquisa do ouro em uma Olimpíada. Robert, 34 anos, diz que vive um momento de pressão pela qualificação, mas se diz uma pessoa de sorte por estar em posição de disputa, mais uma vez na carreira, por uma vaga olímpica.

Ele e Jenny Wallwork brigam diretamente com a dupla Chris Adcok e Imogen Bankier pela classificação.

Conforme divulga o The Sun, apenas uma vaga olímpica está aberta para a dupla mista britânica mais bem colocada no ranking mundial no dia 3 de maio.

Na última semana, Robertson e Wallwork caíram para o 22º posto, dez posições abaixo de Adcock e Bankir, vice-campeões mundiais em 2011.

Robertson e Wallwork eram os mais bem classificados da Grã-Bretanha 18 meses atrás, quando também estavam entre os dez melhores do mundo. No último domingo, eles venceram um torneio internacional na Polônia.

O executivo-chefe da Federação Inglesa de Badminton, Adrian Christy, elogiou o desempenho das duas duplas no torneio Yonex All England Open, em Birmingham, no início deste mês, apesar de não terem passado das quartas de final.

Em relação a Adcock e Bankier, Christy destacou o alto nível das apresentações da dupla, principalmente na primeira vitória no torneio.

Sobre Robertson e Wallwork, o executivo-chefe disse que os competidores estão voltando ao melhor da forma e tiveram ótimas performances até serem eliminados pelos eventuais campeões.

Nathan Robertson carregou o pavilhão de sua delegação na abertura dos jogos da Commonwealth, na Índia, em 2010.

Fonte: Terra Esportes

Presidente do COI visita e aprova instalações dos Jogos Olímpicos

Data: 28/03/2012 

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, se reuniu, nesta terça-feira, com o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, em Londres para fazer a última inspeção das instalações dos Jogos Olímpicos.

Após o primeiro dos três dias de vistoria, Rogge elogiou as instalações dos Jogos Olímpicos e o legado, que vai beneficiar todas as regiões da capital inglesa, inclusive as mais pobres.

- Londres ensinou como entregar um legado duradouro. Já podemos ver resultados tangíveis na regeneração notável da zona leste de Londres. Esta grande cidade histórica criou um projeto que pode ser copiado por futuras cidades-sede do evento – destacou Rogge.

Em contrapartida, Cameron prometeu que fará de tudo para levar segurança aos espectadores:

- Haverá mais policiais nas ruas, barcos, helicópteros, e o nossos serviços de inteligência vão trabalhar todo dia. Esta será a maior operação de segurança integrada já vista no continente da Grã-Bretanha, mas também vai ser feito de uma forma que é sensível ao espírito dos Jogos. Será um evento esportivo com uma operação de segurança muito séria, em vez de uma operação de segurança com um evento esportivo realmente sério.

Fonte: AHE Brasil

Centenária e veterano do Afeganistão estarão no revezamento da tocha

Data: 19/03/2012, por Ulisses Neto direto de Londres 

Cerca de 7.300 moradores do Reino Unido foram selecionados para carregar a tocha olímpica na jornada de 70 dias pelo país, que vai terminar na cerimônia de abertura dos Jogos de Londres.

Cada uma dessas pessoas tem uma história de vida que, de alguma maneira, envolve superação, comprometimento e transformação.

Justamente o grande slogan dos organizadores da Olimpíada na capital britânica.

Esse batalhão de cidadãos comuns é composto por pessoas de diferentes origens e idades, numa tentativa de representar a pluralidade de Londres, a maior cidade da Europa.

Entre os escolhidos para percorrer o trajeto de quase 13 mil km, está o ex-soldado Aidan Kirkwood, 23 anos.

Em 2009, Kirkwood integrava as tropas britânicas no Afeganistão quando se feriu gravemente durante um treinamento. "Foram lesões muito sérias, fui exposto a temperaturas extremamente elevadas e, basicamente, meus orgãos começaram a cozinhar", contou em entrevista ao Terra.

O então militar conseguiu se recuperar dos ferimentos. No entanto, foi aconselhado pelos médicos a nunca mais realizar exercícios físicos prolongados para evitar que a temperatura de seu corpo subisse muito.

"Algo que eu prontamente ignorei", lembrou. "Assim que melhorei, voltei a participar de corridas e outros esportes de aventura para fins beneficentes", explicou Kirkwood.

Entre as façanhas dele está uma caminhada de 160 km pela Muralha de Adriano, no norte da Inglaterra. "A única diferença hoje é que quando sinto que estou ficando muito quente resolvo parar. Estou aprendendo a gerenciar o meu corpo", completou.

Dinah Gould será a pessoa mais velha a carregar a tocha olímpica no Reino Unido. A idosa vai completar 100 anos de idade pouco antes dos Jogos.

"Posso ser centenária, mas não sou velha", brincou. "Com certeza, não vou conseguir correr. Vou ter que caminhar com a tocha. Por isso, espero que meu trajeto seja plano", disse. Gould foi escolhida por seu envolvimento com o Esporte.

"Moro em um prédio e ensino idosos como eu a fazer exercícios físicos. Fazemos isso duas vezes por semana porque é importante se manter em movimento", contou.

A idosa diz ter praticado badminton e tênis de mesa até os 86 anos de idade. "Agora, já estou me preparando para o grande dia. Fico andando de um lado para o outro no meu prédio com uma vela na mão.

" Na outra ponta da faixa etária está Dominic MacGowan, o mais jovem entre os escolhidos para carregar a tocha olímpica. O estudante de 12 anos não conseguia esconder a empolgação por participar do grande evento.

"Estou sonhando com isso todos os dias", disse. Macgowan praticava atletismo, mas teve que abandonar o Esporte depois de uma lesão. Por ter enfrentado o problema com bom espírito, acabou escolhido para representar sua escola no evento olímpico.

"Estou muito orgulhoso de fazer parte disso tudo. É uma grande oportunidade, segurar a tocha será algo incrível."

Fonte: Terra Esportes

Contra o doping das raquetes no tênis de mesa

Data: 07/03/2012, por Sanny Bertoldo

RIO - Enquanto na maioria dos esportes o uso de substâncias proibidas faz que com as Federações Internacionais e a Agência Mundial Antidoping (WADA) se unam para aperfeiçoar o controle e a punição aos atletas, no tênis de mesa, a preocupação é outra.

É na raquete que estão concentradas todas as atenções.

Com raríssimos casos de doping registrados - segundo Alaor Azevedo, presidente da Confederação Brasileira (CBTM), só há notícia de um egípcio pego por cocaína, e um brasileiro, do tênis de mesa paraolímpico, por maconha -, a Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF) não realiza exames com frequência.

No Pré-Olímpico, por exemplo, que terminou nesta terça-feira no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan), da Marinha, não houve testagem no Rio.

A última vez que um brasileiro foi testado aconteceu em maio de 2011, no Campeonato Latino-Americano, em Guadalajara, no México.

- Nenhuma dessas substâncias normalmente usadas pelos atletas de outros esportes melhora o desempenho do mesatenista. O único que poderia ser útil é a anfetamina em treinos. Em vez de o cara treinar seis horas, ele treinaria oito. Mas isso não faz parte da cultura do esporte - justifica Alaor.

- Se você tomar alguma coisa para ficar calmo, perde o reflexo. Se tomar para ficar agitado, vai ficar com muita potência. Não tem pra quê tomar nada. O tênis de mesa é um esporte muito sensível. Nada vai ajudar nossa performance, além de treinos - completa Lígia Silva, que se classificou para a terceira Olimpíada.

- Mas eu já vi gente usando óleo na raquete para ganhar mais aderência e velocidade. Quando comecei, não tinha nenhum tipo de fiscalização.

A ITTF criou o controle de raquete há três anos.

Do tipo de borracha usada, sua espessura, curvatura e brilho (que pode causar reflexo e atrapalhar os adversários), até o nível tóxico da cola, tudo é analisado nas competições realizadas sob sua chancela.

O procedimento, também no Pré-Olímpico, visa manter os atletas em igualdade de condições.

- Antigamente, muitos usavam raquetes com borracha fora do padrão, o que podia alterar a velocidade, a força e o efeito de suas jogadas, além de colas muito tóxicas. Hoje, elas são feitas à base de água. A espessura da borracha, por exemplo, não pode ultrapassar 4,04mm - explica Fernando Coelho, membro do controle de raquetes da CBTM.

160 garantidos em Londres

Em uma competição oficial, a partir das quartas de final, todos os jogadores têm que levar suas raquetes para serem avaliadas.

Segundo o egípcio Azmy Ibrahim, que veio ao Brasil como o representante da ITTF para essa finalidade, o objetivo não é simplesmente punir o atleta.

- Nós analisamos todas as características da raquete, mas o cuidado maior é em relação ao uso da cola e à emissão de gases poluentes, que podem afetar a saúde dos jogadores.

Tudo é mandado para a ITTF. Se algo está errado, não punimos só o atleta, mas também o fabricante da raquete, que pode ser até banido do esporte se for reincidente - explica Ibrahim.

- Nós avaliamos, mas não decidimos nada. Em uma competição, se um juiz considerar que um atleta pode ter algum benefício, a partir de nosso parecer, ele pode mandá-lo trocar de raquete.

Nesta terça, o Brasil garantiu a classificação das equipes feminina e masculina para as Olimpíadas, já que foi o único país a preencher as quatro vagas a que tinha direito no Pré-Olímpico.

Por enquanto, vão aos Jogos Caroline Kumahara, Lígia Silva, Hugo Hoyama e Gustavo Tsuboi.

O último atleta de cada equipe será escolhido pela comissão técnica da CBTM e será anunciado após o Aberto do Chile, que termina no dia 30 de abril.

De acordo com o Comitê Olímpico Brasileiro, 160 atletas, de 20 modalidades, já estão classificados para os Jogos. A expectativa é de que esse número supere 300.

O tênis de mesa se despede nesta quarta-feira do Cefan com a realização do Torneio Latino individual, das 9h às 20h15m. A entrada é franca.

Fonte: Yahoo Notícias

Daniel Paiola é derrotado na estreia da Áustria

Data: 23/02/2012, por paiolabrazil

Daniel Paiola, atleta da Seleção Brasileira de Badminton, foi derrotado na estreia do Austrian International Challenge, pelo israelense Misha Zilberman, por 2 x 0, com parciais de 21-17 e 21-15, em um pouco mais de 29 minutos.

Para o brasileiro, a partida foi muito disputada, mas com deslizes na hora de finalização da partida.

“O nivel dos atletas está muito parecido. Tanto o meu, quanto o deles, está muito parecido. Ainda falta um pouco de tática e experiência na hora de finalizar um set. Em geral, o campeonato está muito bom e os jogos estão incríveis”, comentou o atleta que no primeiro set, vencia a partida por 17 a 14, mas acabou sendo derrotado.

Nesta sexta-feira, o brasileiro já deixa a Áustria e vai para Lisboa, chegando na Madeira no próximo sábado.

Ele volta suas atenções para o torneio na Croácia, que será disputado segundo final de semana de março.

Ranking

Nesta quinta-feira, a BWF divulgou a atualização da corrida olímpica e Daniel Paiola continua na 83ª colocação.

No momento é o segundo atleta da lista de espera.

Fonte: www.danielpaiola.com

 

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