PADMINTON

Um novo Esporte de Raquete               



Hugo Hoyama lidera equipe, e Brasil vence em estreia do tênis de mesa

Data: 15/10/2011

O ídolo do tênis de mesa brasileiro Hugo Hoyama triunfou neste sábado na estreia da disputa masculina por equipes da modalidade.

O Brasil derrotou o Equador por 3 a 0, no Complexo Alcaide.

Hugo Hoyama colocou os brasileiros na frente ao superar o equatoriano Geovanny Coello por 3 a 0 (11/5, 11/7 e 11/7).

Em seguida, foi a vez de outro tradicional atleta do País, Gustavo Tsuboi, passar por outro adversário, Alberto Miño, por 3 a 1, com parciais de 11/6, 9/11, 11/9 e 11/5.

A terceira e última vitória veio com Thiago Monteiro, que atropelou Dino Suarez por 3 a 0, com 11/8, 11/5 e 11/6.

O Brasil segue na disputa da competição e é um dos favoritos à medalha de ouro.

Fonte: Terra Esportes

Acompanhe as disputas de Badminton

Data: 15/10/2011

Acompanhe os jogos de Badminton dos atletas brasileiros pelo link abaixo:

 

XVI Pan Games, Guadalajara 2011

 

Boa sorte!

Club Racket

Novata de 16 anos dá primeira vitória para o Brasil no Pan do México

Data: 15/10/2011

Ela é uma das jogadoras mais novas da delegação brasileira no Pan de Guadalajara e, para piorar, fazia sua estreia na disputa contra as donas da casa.

Isto tudo, no entanto, não foi impedimento para que Caroline Kumahara, de 16 anos, tivesse uma bela atuação e ajudasse o Brasil a garantir sua primeira vitória na disputa por equipes do tênis de mesa feminino.

O Brasil venceu a série melhor de cinco contra o México por 3 a 1, com duas vitórias de Caroline: 3 a 2 (11-7, 3-11, 4-11, 11-7 e 11-4) sobre Yadira Silva, a jogadora mais forte do México, e 3 a 1 (11-6, 9-11, 11-5 e 11-1) sobre Monica Serrano e Mercedes Madrid, quando fez dupla com outra novata, Jéssica Yamada.

Dona de um bronze por equipes em Winnipeg 1999, Lígia Silva também cumpriu sua parte e bateu Mercedes Madrid por 3 a 0 (11-7, 11-7 e 11-3).

Yadira descontou para o México, ao vencer Jéssica por 3 a 2 (11-9, 5-11, 9-11, 11-6 e 11-9) logo na primeira partida da disputa.

O ginásio não estava lotado, mas havia mexicanos em número suficiente para fazer barulho e tentar desequilibrar as brasileiras.

Quando Kumahara sacava, por exemplo, eles gritavam, mas a jovem garante que não se incomodou. Pelo contrário.

- Eu estava bem ansiosa para saber como seria o campeonato, mas me sentia pronta e confiante para jogar aqui. Deu tudo certo e fiquei muito feliz de ter ganhado da Yadira. O objetivo da torcida é incomodar, deixar a gente nervoso e bravo para sair do jogo. Mas eu até gosto de jogar com essa pressão, com torcida contra. Quando está muito quieto, não tem graça.

Técnico da equipe, Lincon Yassuda elogiou a jovem promessa, a despeito de alguns momentos de desconcentração que ela apresentou.

- Era o momento de ela ter calma, não se incomodar com os erros e manter o foco. No primeiro Pan e ainda jogando contra a torcida, é normal o jogador se incomodar, então minha preocupação foi deixá-la confiante. Mas ela suportou bem a pressão e conseguiu reverter um placar adverso. Foi muito boa a estreia dela. Agora, o Brasil encara Cuba ainda neste sábado (15), fechando sua participação na primeira fase. Os dois melhores do grupo passam para as quartas de final.

Fonte: R7

Esportes de raquete estreiam com vitórias

Data: 15/10/2011, as 13:00 hs

SQUASH

O brasileiro Vinícius Rodrigues abriu bem as disputas do squash para o nosso país.

Ele venceu o chileno Maximiliano Camiruaga por 3 sets a 1 (11-7, 4-11, 11-6 e 12-10).

TÊNIS DE MESA

De virada, o Brasil fez 3 a 1 no México e saiu na frente na disputa do tênis de mesa feminino por equipes.

A seleção brasileira está no grupo B da competição, que também tem Cuba.

No primeiro jogo, Jessica Yamada deu trabalho, mas acabou derrotada por Yadira Silva por 3 sets a 2 (11-9, 5-11, 9-11, 11-6 e 11-9).

Na sequência, três triunfos verde-amarelos:

- Ligia Silva bateu Mercedes Madrid por 3 a 0 (11-7, 11-7 e 11-3),

- Caroline Kumahara venceu a mesma Yadira Silva por 3 a 2 (11-7. 3-11, 4-11, 11-7 e 11-4),

- E a dupla Jessica/Carolina venceu Mercedes/Serrano por 3 a 1 (11-6, 9-11, 11-5 e 11-1).

Parabéns aos atletas e boa sorte.

Fonte: ESPN

Badminton inicia com vitória em Guadalajara

Data: 15/10/2011, as 13:40 hs

No badminton, dois jogos do Brasil até aqui, ambos no feminino. Vicente

Lohaynny fez jogo emocionante e conseguiu bater a dominicana Veronica Vivieca por 2 sets a 1 (21-14, 19-21 e 26-24).

Já Fabiana Silva não conseguiu fazer bom jogo contra a canadense Michelle Li, uma das principais favoritas ao ouro, e perdeu por 2 a 0 (21-10 e 21-14).

Principal atleta brasileiro no badminton, Daniel Paiola estreou com vitória fácil no simples.

Ele bateu o venezuelano Luis Camacho por 2 sets a 0 (21-14 e 21-9).

Parabéns aos atletas brasileiros de badminton.

Boa sorte!

Fonte: ESPN

Diário do Badminton do Brasil no Pan 2011

Data: 11/10/2011

Hola, Amigos e Torcida Brasileira! De hoje até 20 de outubro enviaremos boletins diários sobre o nosso dia a dia nos XVI Jogos PanAmericanos em Guadalajara (México) no período de 09 a 20 de Outubro de 2.011.

O Time Brasil de Badminton manda um grande abraço e convoca todos para torcer e mandar aquela energia positiva, a seguir um pouco de nossas atividades.

Realizamos uma viagem longa e conseguimos descansar um pouco já em Guadalajara na tarde de domingo (09/10).

O fuso é de 2 horas a menos que o Brasil. A recepção no México foi muito boa, fomos recebidos com muito carinho no país e em especial pelas pessoas de Guadalajara, alguns até confidenciaram torcer pelo Brasil quando as disputas não forem contra o México.

Outro item que merece nossos agradecimentos é o grande trabalho que o COB esta realizando para os atletas brasileiros, temos a melhor estrutura humana e de recursos como em todos os eventos que este participa.

A Vila Panamericana esta muito bonita, tem bastante espaço, os apartamentos são bem confortáveis e o fantástico é que a parte dos mobiliários (mesas e cadeiras) dos apartamentos, comitê organizador, secretarias e restaurante são feitos de papelão com ótimo acabamento, muito interessante e confortável, a Vila possui uma academia bela e equipada suspensa, esta localizada no 5º e 6º andares de 2 prédios, com um grande vão abaixo dela, tem piscina e um bosque, esta localizada próxima do Estádio Jalisco ao pé de um morro bem arborizado (em breve enviaremos algumas fotos de nosso time na Vila)

Os cuidados com segurança foram seguidos pontualmente, embora a cidade apresente uma boa qualidade de vida e tranqüilidade.

A seguir as programações de:

segunda-feira – 10/10

Fizemos o treinamento técnico de manhã no Coliseo Alcade CODE (mesmo lugar foram realizados alguns treinamentos no Pan de 2009 e Mundial Junior), usamos 3 quadras e depois dividimos uma parte do espaço com a delegação de Cuba.

Aproveitamos muito bem o tempo de treinamentos e na parte da tarde realizamos a parte física na Vila Olímpica, utilizando a academia e estrutura externa, este momento também foi importante para nossa convivência com os atletas de diversas modalidades brasileiras.

À noite realizamos uma atualização das fotos de nosso cadastro no COB e em seguida realizamos uma reunião de nosso time com a Jacqueline Godoy sobre os objetivos e metas e também sobre nossa chegada na vila e as coisas do cotidiano, foi um momento muito especial onde cada um pode falar de suas vontades e desejos, além de compartilhar a união no grupo.

Terça-feira – 11/10

Iniciaremos o dia com o treinamento físico na vila, explorando os espaços disponíveis e a academia. Na parte da tarde teremos nosso treinamento técnico nas quadras disponíveis, existe uma grande expectativa de já utilizar a quadra de jogo que ainda não foi liberada para os treinamentos, segundo estão falando esta muito bonita.

O grupo está muito unido e treinando com vontade, sabemos que cada passo precisa ser dado com cuidado, como no jogo, cada ponto uma história de superação e estaremos a cada dia mais determinados para as conquistas que almejamos.

Ótimo dia a todos e já confiram a tabela disponível nos sites da BWF e PANAM.

Abraço de: Alex Tjong, Daniel Paiola, Hugo Arthuso, Luíz dos Santos, Fabiana Silva, Lohaynny Vicente, Luana Vicente, Marina Eliezer, Luís Martin, Guilherme Kumasaka e Elizeu Machado.

Fonte: Badminton.org

Tênis de Mesa se adapta à velocidade da bola na altitude de Guadalajara

Data: 10/10/2011

O fantasma que assusta todo atleta que vai competir em locais com mais de 1.500 m de altitude não apavora a Seleção Brasileira de Tênis de Mesa.

Primeiros atletas do país a chegar à Vila Pan-americana, os mesatenistas brasileiros estão tendo tempo para treinar e assim e se adaptar ao ar mais rarefeito de Guadalajara.

A grande preocupação fica por conta da maior velocidade que a bolinha atinge durante as partidas de tênis de mesa.

Segundo o técnico Lincon Yasuda, os dez dias de treinamento antes da estreia nos Jogos Pan-americanos serão fundamentais para a total adaptação dos atletas à nova velocidade da bolinha.

"O atrito com o ar é menor e a bolinha fica mais rápida. Isso dificulta a defesa de bolas de curva no fundo da mesa. Por isso, é fundamental treinar e treinar", frisou o treinador brasileiro.

Experiente e veterano em Jogos Pan-americanos, Hugo Hoyama revela que até mesmo o jeito de bater com a raquete é diferente quando se joga na altitude.

"Com a velocidade, a bola flutua mais também. Então, a dica é rebater mais na quina da raquete e não no meio dela, como de costume. Todos erram, mas aqui vão errar mais do que o normal", assegurou o mesatenista, recordista brasileiro em medalhas de ouro (nove) em Jogos Pan-americanos.

Hugo Hoyama lembra ainda que já jogou em cidades com mais de 2.500 m atitude, como Cuenca, no Equador: "Nestes lugares, a situação fica pior ainda, pois também há dores de cabeça e mal-estar".

O atleta, entretanto, não acredita que os mexicanos possam tirar proveito da altitude por jogar em casa.

"Em abril, disputamos aqui mesmo, em Guadalajara, o Campeonato Latino-americano e vencemos os mexicanos na final", lembrou Hugo Hoyama, que disputará o sétimo Pan de sua carreira.

Os mais jovens procuram usar a psicologia para conseguir driblar os problemas causados pela altitude.

É o caso da mesatenista Caroline Kumahara, de apenas 16 anos. Campeã latino-americana juvenil nas categorias individual, duplas e equipes em 2010, ela diz que o segredo é não potencializar o problema.

"Certa vez, quando fui jogar num local com altitude, perdi a noite sono pensando em como enfrentaria este problema. No dia seguinte deu tudo errado. Agora, procuro não pensar e apenas treinar para conseguir uma melhor adaptação à nova velocidade da bolinha", revelou Caroline, que disputará seu primeiro Pan.

Fonte: Time Brasil

Favorito no badminton, guatemalteco quer superar prata obtida no Rio

Data: 13/10/2011

Número 25 do ranking mundial, o guatemalteco Kevin Cordón, medalha de prata da modalidade no Pan do Rio-2007, espera confirmar o favoritismo e pretende superar a segunda colocação obtida há quatro anos.

"Tenho me preparado muito forte para estes Jogos e espero conseguir o ouro", disse o atleta, que admite ser o principal candidato ao ouro, mas pede atenção com os rivais.

"Pela melhor posição no ranking e e pelos últimos resultados que tenho obtido, podem me considerar favorito, mas creio que todos viemos com o mesmo objetivo de conquistar bons resultados", disse Cordón.

O jogador só vai disputar a prova individual, dispensando as duplas, porque, segundo ele, não quer se desgastar fisicamente na busca por uma vaga nas Olimpíadas de Londres-2012.

Fonte: ESPN.com.br

 

Irmãs Williams do badminton fazem do ‘esporte engraçadão’ um sonho

Data: 13/10/2011, por Gabriele Lomba

O que era apenas uma inspiração virou apelido.

Na comunidade da Chacrinha, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro, Luana e Lohaynny Vicente são conhecidas como “Irmãs Williams”.

Assim como as tenistas americanas Serena e Venus, elas andam com raquetes para cima e para baixo.

Mas, em vez de bolinhas amarelas, jogam com petecas. Lohaynny, de 15 anos, é a mais jovem da delegação brasileira no Pan de Guadalajara. Luana tem 17.

Dois diamantes garimpados no Miratus, um projeto social que leva a crianças um esporte que muitas delas antes sequer conheciam: badminton.

 - Lá onde a gente mora não tinha muita coisa para fazer. Então entrei na escolinha de badminton, aos 8 anos. Depois da aula, voltei para casa e falei para a minha irmã: “Tem um esporte engraçadão lá em cima. No dia seguinte ela foi também”.

O "esporte engraçadão" hoje ajuda bastante no orçamento da família Vicente.

As meninas, a mãe e o padrasto deixaram a casa em que moravam e se mudaram para uma maior, na rua principal que fica em frente à comunidade.

Daqui a poucos dias, poderão voltar para lá com até três medalhas. No Pan, as irmãs vão competir no individual e em duplas, juntas.

O Brasil tem outros seis atletas na chave simples e seis formações de duplas (masculinas, femininas e mistas).

Luana e Lohaynny acreditam ter vantagem por serem irmãs. Conhecem bem as qualidades e defeitos uma da outra.

Nos treinos, impera o respeito. Mas sempre há um espacinho para uma provocaçãozinha ou outra.

- Viu aquela finta que eu dei em você? – uma delas começa.

- E eu smashei na sua cara...Foi peteca para um lado e raquete para o outro – a outra rebate.

Tudo em tom de brincadeira. Coisa de irmã. Em casa, dona Cátia deu conselhos para as filhas quando recebeu a notícia da convocação dupla.

- Disse para tomarmos cuidado, para não andarmos sozinhas – conta Luana.

Luana e Lohaynny estão acostumadas a viajar. A caçulinha que o diga.

Ao conhecer a Dinamarca para disputar um torneio, apaixonou-se pelo país.

- Quero morar lá um dia. É completamente diferente do Brasil. É frio, e eu adoro frio. E foi lá que nasceu o Peter Gade, um dos maiores jogadores de badminton do mundo.

Já Luana, que no próximo ano deve prestar vestibular, já escolheu em que carreira seguir, paralelamente ao esporte.

- Quero ser Promotora da Justiça. Decidi iso depois de assistir a uma novela quando tinha uns 8 anos.

Decidi isso depois de ver uma novela quando tinha uns 8 anos.

Para chegar até lá, Luana vai ter de correr atrás quando voltar ao Brasil. Por conta das constantes viagens, perde muitas aulas. E, nas viagens, se concentra tanto na competição que não sobra muito tempo para ver as lições – repassadas por uma amiga.

Em Guadalajara, quando não estão treinando, as irmãs aproveitam para ficar na internet e escutando música.

E aí a coisa complica...

- Eu amo o Luan Santana – diz Lohhaynny.

- Eu não gosto muito dele não. Acho que é porque ela é muito fã. Gosto de pagode e funk. Mas minha mãe não me deixa ir a baile.

Fonte: Globo Esporte

A realidade dos não-olímpicos: 'Tem de rebolar, dançar o tchan'

Data: 12/10/2011

Campeão brasileiro de squash, Rafael Alarcon pede carinho do governo e brinca com dificuldades de quem não irá a Londres em 2012

Campeão brasileiro de squash, prata por equipes em Santo Domingo, em 2003, Rafael Alarcon, principal atleta da modalidade na delegação no Pan de Guadalajara, diz que esta não é sua profissão.

Praticante de um esporte fora da programação olímpica, convive com as dificuldades de quem vive à margem da Lei Piva - que chega a ceder R$ 2 milhões por ano para alguns esportes - e dos benefícios tributários permitidos apenas a quem poderá estar em Londres no próximo ano.

Por isso, ele não hesita em responder o que faz: “Tenho de rebolar, dançar lambada, fazer o tchan, qualquer coisa está valendo. Os atletas de squash sobrevivem, dão aulas em academia, vendem material esportivo, participam de clínicas, porque se for entrar no esporte pensando em ganhar dinheiro com isso, desiste.

Parece clichê, mas é por aí mesmo: sou brasileiro e não desisto nunca”, brincou.

Esta é a realidade de nove modalidades que integram a agenda do Pan que começará nesta sexta-feira.

Mas nem isso tira o sorriso e o bom humor do paulista, que pratica squash há 17 anos, metade da sua vida.

“A minha profissão na verdade é vendedor de material esportivo de squash, sou representante de uma marca no Brasil. Distribuo, gerencio usando o nome que é uma referencia no esporte no país, dou aulas, a gente tenta tirar um pouco de cada lugar”.

Ele só torce o nariz quando compara o apoio que tem no Brasil em relação ao apoio que os seus adversários recebem de seus governos.

“A gente é bem visto pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) e pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro), mas o apoio é sempre privado.

Só recebemos ajuda no ano do Pan, como foi em 2007 (Rafael foi eliminado nas quartas de final do Pan do Rio).

A gente sobrevive de um bolsa-atleta da vida, mas com um pouco mais de carinho do governo, nem digo do COB, poderíamos fazer muito mais”, disse, antes de esclarecer o que quer dizer com “carinho”.

“Por exemplo, a gente não pode descontar os gastos com o esporte, viagens e outras coisas, do imposto, como as modalidades olímpicas podem.

O squash traz medalha para o Brasil desde que entrou no Pan, em Mar Del Plata (Argentina), em 1995”, completou.

Ao analisar as chances brasileiras em Guadalajara, é realista.

Brinca, mas reconhece que competir com adversários com condições de trabalho muito superiores é das tarefas mais complicadas.

“Temos de falar que dá para buscar o ouro, temos de pensar isso, mas a realidade mesmo é que você compete com atletas subsidiados por seus governos, como Estados Unidos, Canadá, México e Colômbia.

Todo ele tem centro de treinamento, recebem ajuda financeira, todas as despesas são pagas.

Quando a gente vai para um ‘qualifying’ do outro lado do mundo é complicado”.

Mais difícil que tudo isso, porém, é pensar na hora de parar.

Rafael tem calafrios do tema. Apesar dos obstáculos, não troca as viagens e a convivência com atletas de todo o mundo por nada.

“Aqui na Vila, por exemplo, o pessoal todo me conhece, não só os brasileiros. Falo com todo mundo, brinco. Aqui tem boxeador que vigia carro, corredor que é gari, é a realidade do esporte no Brasil, a não ser o futebol”.

Fonte: IG Esportes

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