História

A modalidade foi criada em 1995 em Stoke Mandiville (ING) e em 1999 foi estruturada a Associação Internacional de Badminton para Deficientes – IBAD (International Badminton Association for Desability) órgão vinculado a BWF (Federação Internacional de Badminton – Badminton World Federation) entidade que dita a modalidade Badminton no mundo.

No inicio ocorriam competições esporádicas nos países europeus.

Destacamos o campeonato Internacional de Dortmund-ALE que é o único campeonato que vem sendo realizado sistematicamente desde 2000.

Como cada pais possuía adaptações e regras diferentes, em 2002 a IBAD organizou estudos das regras para que a modalidade tivesse uma regra única e que fosse definido quais as classificações e deficiências que o esporte iria contemplar.

Em 2005 com a entrada dos países asiáticos nas competições organizadas pela IBAD, tivemos um grande avanço tanto na quantidade quanto na qualidade técnica dos para-atletas e competições.

No ano de 2009 durante a realização do Campeonato Internacional de Dortmund-ALE tivemos a primeira participação de um brasileiro em eventos internacionais, o Létisson Samarone foi na condição de Técnico "participante" onde contou com o apóio e colaboração dos organizadores do evento contribuindo com informações.

Essa participação levou a IBAD a convidar o Brasil para participar do mundial de 2009 que ocorreu em Setembro deste ano na Coréia do Sul, os para-atletas indicados para representar o Brasil foram: Karen Sakayo, Rômulo Soares, Rodrigo Campos, Geraldo Oliveira e Rodrigo Alminhas, não participaram do campeonato mundial por falta de patrocínio.

Em Brasília tivemos o primeiro campeonato oficial de ParaBadminton organizado por uma federação de Badminton (FBB) no ano de 2008.

No ano seguinte tivemos duas etapas do campeonato Brasiliense e o 1º Campeonato Brasileiro da Categoria também na cidade de Brasília.

No Brasil a grande conquista da modalidade foi a criação de uma diretoria dentro da Confederação Brasíleira de Badminton – CBBd em Outubro de 2009, onde agora o Parabadminton tem uma estrutura organizacional que trabalhará aliada a estrutura já existente na Confederação servindo de "base para o esporte.

Também foi criado um email ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ) para que os interessados pudessem usar como referência e buscar informações e ajuda.

Paralelo ao mundial da Coréia do Sul ocorreu a assembléia Mundial onde foi eleito o Comitê Internacional e os representantes continentais, no caso do Brasil estamos vinculados ao Setor PANAN tendo o Raul Anguilano –GUA como o representante continental.

Também foi decidido que os eventos da IBAD utilizará o termo ParaBadminton para designar e padronizar a modalidade. A proposta também é a de realizar os campeonatos mundiais nos anos impares e nos anos pares os torneios continentais ( europeu, asiático, etc).

Na Reunião dos dirigentes continetais de 2009 também ficou decidido que a IBAD deixará de ser uma associação e passará a ser uma Federação internacional - PBWF (ParaBadminton World Federation - Federação Mundial de ParaBadminton). Será um processo de transição.

Neste ano (2010) vai acontecer o primeiro Campeonato de ParaBadminton da história.

O próximo mundial da modalidade acontecerá na Guatemala em 2011.

Fonte: Parabadminton Blog



 

Cadeira de Rodas

Medidas da Cadeira de Rodas.

A cadeira deverá ser dotada de certos requisitos (medidas), no intuito de garantir a segurança e igualdade na competição.

A cadeira deverá ter 3 ou 4 rodas; duas rodas grandes localizadas na parte traseira da cadeira e uma ou duas rodas pequenas na parte da frente.

Atualmente, a Regra permite que uma pequena rodinha seja colocada na parte traseira, para que, em contato com o solo possa dar uma maior segurança ao jogador.

Os pneus traseiros deverão ter um diâmetro máximo de 0,66 m, e a roda deverá possuir um aro para o seu manejo (impulsão).

A altura máxima do assento não pode exceder a 0,53 m do solo e o descanso para os pés não poderá ultrapassar os 0,ll m do solo, com as rodas dianteiras em posição alinhada para movimento para frente.

A parte de baixo do descanso para os pés deverá ser desenhada de tal maneira que não danifique a superfície da quadra.

O jogador deve usar uma almofada de material flexível sobre o assento da cadeira .

A almofada deverá ser da mesma largura e comprimento do assento da cadeira e não pode exceder 0,10 m de espessura, exceto para os jogadores das classes 3.5, 4.0 e 4.5, onde a espessura máxima permitida é de 0,05 m. os jogadores são obrigados a usar cintas e suportes para segurar o corpo na cadeira e cintas para manter as pernas juntas.

É permitido o uso de órteses e próteses. A ficha de classificação do jogador deverá indicar o uso de órteses ou próteses, assim como as adaptações para o posicionamento do jogador na cadeira.

Não permitidos, pneus pretos, mecanismos de direção, freios ou mecanismos de acionamento na cadeira. Antes do início da partida, o Árbitro fará a vistoria em todas as cadeiras para verificar se estão de acordo com os requisitos do jogo. (RIBAS,p12 , 1986.)

Fonte: Deficientes em Ação

Regras

Resumo das regras para o 1º Campeonato Brasileiro de Parabadminton (Badminton adaptado).

1. Para o 1º Campeonato Brasileiro de Parabadminton (Badminton adaptado) serão oferecidas as categorias Wheelchair (Cadeira de Rodas) e Standing (andantes).

1.1 A categoria Wheelchair (cadeira de Rodas) é dividida em W1, W2 e W3.

1.1.1 No 1º Campeonato Brasileiro de Parabadminton (Badminton adaptado) será considerado apenas as categorias W1 e W3.

1.1.2 Dependendo da quantidade de para-atletas inscritos será formada uma categoria única.

1.1.3 É considerado W1, pessoas com comprometimento físico com as seguintes características:

a.Tetraplegia com lesão acima de C8;

b. Dificuldades de sustentação de tronco;

c. Pequenas dificuldades de propulsão (Toque) da cadeira de rodas;

d. Paralisia Cerebral (PC’s) com diplegia ou triplegia severa nos membros inferiores;

e. Distúrbios moderados de equilíbrio do tronco.

f. Grave espasticidade dos membros inferiores (grau 4 na escala de espasticidade muscular)

1.1.4 É considerado W2, pessoas com comprometimento físico com as seguintes características:

a.Paraplegia com lesão acima de T12;

b.Consegue alterar a posição do tronco;

c. Pobre rotação do tronco.

d.Boa propulsão (Toque) da cadeira de rodas;

e.Parte inferior do tronco fica em contato com o encosto da cadeira de rodas;

f. Movimentos simultâneos dos braços ficam comprometidos devido a falta rotação do tronco

g. Paralisia Cerebral (PC’s) com diplegia ou triplegia moderada nos membros inferiores;

h.Transtornos moderados no equilíbrio do tronco.

i. Moderada espasticidade dos membros inferiores (grau 3 na escala de espasticidade muscular);

1.1.5 É considerado W3, pessoas com comprometimento físico com as seguintes características:

a. Paraplegia com lesão na L1 ou abaixo;

b. Ótima movimentação e sustentação de tronco;

c. Deficiência mínima com perda de força de pelo menos 20 pontos* em um ou ambos membros inferiores;

d. É capaz de sustentar o tronco mesmo estando com os braços levantados a frente do corpo;

e. Consegue movimentar deliberadamente a cadeira de rodas;

f. Paralisia Cerebral (PC’s) com ligeira diplegia nos membros inferiores;

g. Pequenos transtornos de equilíbrio do tronco;

h. Pequena espasticidade dos membros inferiores (grau 2 ou 1 na escala de espasticidade muscular);

i. Comprometimentos físicos que impossibilitam jogar em pé;

1.1.6 A quadra de jogo para os para-atletas Wheelchair (cadeira de Rodas) nas categorias w1 e W2 seguirá a determinação abaixo:

1.1.6.1 As categorias W1 e W2 de Simples: Metade da quadra mais corredor de duplas conforme exemplo abaixo:

 

Cor Cinza: Área de Jogo

Cor Preta: Área de Saque

 

 

 

 

1.1.6.2 As categorias W1 e W2 de Duplas: Semelhante a quadra de duplas de Badminton Convencional, conforme exemplo abaixo:

 

Cor Cinza: Área de Jogo

Cor Preta: Área de Saque

 

 

 

 

1.1.7 A quadra de jogo para os para-atletas Wheelchair (cadeira de Rodas) na categoria W3 seguirá a determinação abaixo:

1.1.7.1 A categoria W3 de Simples: Metade da quadra mais corredor de duplas conforme exemplo abaixo:

 

Cor Cinza: Área de Jogo

Cor Preta: Área de Saque

 

 

 

 

1.1.7.2 A categoria W3 de Duplas: Semelhante a quadra de duplas de Badminton Convencional, conforme exemplo abaixo:

 

Cor Cinza: Área de Jogo

Cor Preta: Área de Saque

 

 

 

 

 

1.2 A categoria standing (andantes) é dividida em S1 (BMSTL 1), S2 (BMSTL 2), S3 (BMSTL 3), S4 (BMSTU 4), S5 (BMSTU 5) S6 e S7.

1.2.1 No 1º Campeonato Brasileiro de Parabadminton (Badminton adaptado) será considerado apenas as categorias S1, S2+S3+S3a e S4+S5;

 1.2.2 Dependendo da quantidade de para-atletas inscritos será formada uma categoria única.

1.2.3 É considerado S1, pessoas com comprometimento físico com as seguintes características:

a. Deficiência severa nas duas pernas más que permite jogar em pé;

b. Poliomielite grave de ambas as pernas;

c. Paralisia Cerebral (PC’s) severa diplegia; Cor cinza: área de jogo. Cor Preta: área de saque. Cor cinza: área de jogo. Cor Preta: área de saque.

d. Paralisia Cerebral (PC’s) severa hemiplegia com o braço comprometido sendo o braço dominante;

e. Prótese dupla;

f. Lesão medular incompleta com perfil similar;

1.2.4 É considerado S2, pessoas com comprometimento físico com as seguintes características:

a. Jogador andante que possui redução da força muscular de pelo menos 20 pontos* em um ou ambos os membros inferiores ou deficiência equivalente;

b. Uma perna não funcional;

c. Seqüela de poliomielite em uma das pernas;

d. Prótese em uma das pernas com lesão no nível da coxa;

e. Quadril e joelho (ambos) com rigidez;

f. Luxação de quadril com encurtamento visível;

g. Comprometimento moderado em ambas as pernas;

h. Portadores de espinha bífida de nível S1;

1.2.4.1 As categorias S1 e S2 de simples: metade da quadra mais corredor de duplas, conforme exemplo abaixo:

1.2.4.2 As categorias S1 e S2 de Duplas: Semelhante a quadra de duplas de Badminton Convencional, conforme exemplo abaixo:

 

Cor Cinza: Área de Jogo

Cor Preta: Área de Saque

 

 

 

 

1.2.4.2 As categorias S1 e S2 de Duplas: Semelhante a quadra de duplas de Badminton Convencional, conforme exemplo abaixo:

 

Cor Cinza: Área de Jogo

Cor Preta: Área de Saque

 

 

 

 

1.2.5 É considerado S3, pessoas com comprometimento físico com as seguintes características:

a. Jogador andante que possui redução da força muscular entre 10 e 19 pontos* em um ou ambos os membros inferiores ou deficiência equivalente;

b. Deficiência leve nas pernas;

c. Amputação no nível do Joelho ou abaixo com ou sem prótese utilizando muleta ou não;

d. Rigidez de tornozelo.

e. Pouca movimentação de quadril, joelho ou tornozelo;

f. Seqüela de poliomielite de menos de 10 pontos* de força muscular em uma ou ambas extremidades dos membros inferiores;

1.2.5.1 A categoria S3 de simples: Exatamente a mesma quadra do badminton convencional.

1.2.5.2 A categoria S3 de duplas: Exatamente a mesma quadra do badminton convencional.

1.2.6 É considerado S4, pessoas com comprometimento físico com as seguintes características:

a. Grande comprometimento no Braço de jogo;

b. Comprometimento do braço funcional com 50 pontos*ou única prótese com amputação acima do cotovelo;

c. Lesão do plexo braquial com paralisia de todo o braço;

d. Encurtamento do braço até o cotovelo com uma mão não funcional;

e. Força igual ou inferior a grau 4 (escala MRC) nos golpes (forehand ou backhand); Cor Cinza: área de jogo. Cor preta: área de saque.

f. Perda entre 30% e 50% de movimento de flexão do ombro, extensão do cotovelo e pronação do antebraço;

g. Monoplegia com espasticidade e atetose;

h. Deficiências compatíveis;

1.2.6.1 A categoria S4 de simples: Exatamente a mesma quadra do badminton convencional.

1.2.6.2 A categoria S4 de duplas: Exatamente a mesma quadra do badminton convencional.

1.2.7 É considerado S5, pessoas com comprometimento físico com as seguintes características:

a. Comprometimentos moderados ou leves no Braço de jogo;

b. Comprometimento do braço funcional com 30 pontos*ou única prótese com amputação abaixo do cotovelo;

c. Rigidez de punho;

d. Lesão do plexo braquial com resíduo de algumas funções do membro superior;

e. Amputação e/ou fraqueza de punho, mão e/ou dedos;

f. Deficiências compatíveis;

1.2.7.1 A categoria S5 de simples: Exatamente a mesma quadra do badminton convencional.

1.2.7.2 A categoria S5 de duplas: Exatamente a mesma quadra do badminton convencional.

1.2.8 As categorias S6 e S7 são destinadas para pessoas com comprometimentos físicos denominados de nanismo (acondroplasia).

1.2.8.1 As categorias S6 e S7 de simples: Exatamente a mesma quadra do badminton convencional.

1.2.8.2 As categorias S6 e S7 de duplas: Exatamente a mesma quadra do badminton convencional

1.2.9 LES AUTRES (Outras deficiências).

1.2.9.1 A deficiência deve ser permanente (estacionária ou progressiva);

1.2.10 Comprometimentos do TRONCO (coluna);

1.2.10.1 Mobilidade reduzida de caráter permanente e/ou com escoliose (com mais de 60 graus de curvatura).

1.2.10.2 É necessário comprovação (método Cobb e raio x);

1.2.10.3 Atletas com deficiência motora progressiva (exemplo: esclerose múltipla) devem ser classificados no inicio de cada competição;

1.2.11 Atletas com comprometimentos: mentais, cardíaco, coluna, abdômen, pele, auditivo, visual sem deficiência motora (física) não serão elegíveis;

2. Altura da rede

2.1 Categoria Wheelchair (cadeira de rodas) a altura da rede deverá ser de 1,40 metros.

2.2 Categoria Standing (andantes) a altura da rede deverá ser de 1,55 metros.

2.3 Categoria S6 (anões) a altura da rede deverá ser de 1,20 metros.

3. ORIENTAÇÕES GERAIS:

3.1 Servidor e recebedor deverão permanecer nos locais apropriados;

3.2 No caso de atletas na cadeira de rodas, as mesmas deverão estar estacionadas (paradas) no momento do saque e da recepção;

3.3 O movimento da raquete durante o saque deve ser abaixo da cintura no caso dos andantes e da axila para os usuários de cadeira de rodas;

 3.4 No caso de duplas segue modelo da Badminton convencional;

3.5 A cadeira de rodas é considerada parte do jogador (pessoa);

3.6 Um jogador pode ser autorizado a sair da quadra durante o jogo para fazer os devidos procedimentos de cateter (ismo) desde que não ultrapasse 3 minutos de intervalo e o mesmo deverá ser acompanhado de um funcionário;

3.7 Um jogador pode ser autorizado a reparar avarias nas rodas, desde que seja feito o mais rápido possível;

3.8 Durante os golpes o tronco/quadril deve estar em contato com o acento da cadeira de rodas;

3.9 Os pés devem permanecer em contato com apoio da cadeira de rodas o tempo todo;

3.10 Em nenhuma circunstância será permitido tocar com os pés no solo;

3.11 O Atleta cadeirante não poderá utilizar os pés para travar, impulsionar ou auxiliar os golpes;

3.12 O jogador poderá ser fixado à cadeira de rodas por elástico, faixa, bandagem, cinta, entre outros;

3.13 A (s) roda (s) anti-tip poderá ultrapassar as rodas principais; (*) corresponde a pontos estipulados através de avaliação funcional, realizada pelo avaliador; Obs: Este é um resumo das regras da BWF apêndice 5 - Badminton for Disabled People (Badminton para pessoas com deficiência)

(http://www.internationalbadminton.org/file_download.aspx?id=11628) não correspondendo a tradução literal e completa da mesma.

Létisson Samarone Diretor Badminton Adaptado – Confederação Brasileira de Badminton (CBBd)

www.badminton.org.br

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Ranking

 

 

 

      Ranking Parabadminton BWF

 

TOLEDO: PROJETO AMA LEVA ESPORTE ADAPTADO À MOSTRA DE PROFISSÕES 

Data: 14/09/2011

A Universidade Paranaense – Unipar, Campus Toledo, stá com vasta programação para a Mostra de Profissões.

O evento é levado até os colégios com o objetivo de apresentar aos estudantes do ensino médio o exercício acadêmico e profissional dos cursos de graduação ofertados pela Instituição e apresentar a infraestrutura disponibilizada por estes cursos durante o período de formação.

Recentemente foi a vez dos estudantes do Colégio Dario Vellozo receberem a Mostra,que contou também com os integrantes do projeto de extensão Ama (Atividades Motoras Adaptadas), do curso de Educação Física.

Eles abrilhantaram a atividade e encantaram os visitantes com suas habilidades (em 11/8).

Enquanto os cursos de Administração, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Direito, Estética e Cosmética, Educação Física, Farmácia, Fisioterapia, Pedagogia e Análise e Desenvolvimento de Sistemas realizaram orientações e exposição de materiais informativos, além de esclarecimento de dúvidas quanto à profissão, a turma do Ama movimentava os estudantes em quadra.

Os visitantes puderam praticar o badminton adaptado ou acompanhar um treino da equipe Atacar/Unipar/Oi/Volvo de Handebol em Cadeira de Rodas.

Cerca de 400 participaram da atividade sob coordenação do Prove (Programa de Valorização da Educação) setorial.

Sobre o Projeto Ama

Em Toledo o projeto começou ofertando atividades aquáticas para deficientes mentais e o tênis de mesa para deficientes físicos.

Em 2002 foi implantado o judô e o goalball, para deficientes visuais, e o xadrez adaptado.

Em 2005, com o término da construção do ginásio de esportes, foi implantado o HCR (handebol em cadeira de rodas), cuja proposta de adaptação foi gestada no âmbito do projeto, em Toledo.

“Nos dias de hoje o esporte é conhecido e praticado em nível internacional”, orgulha-se a coordenadora do projeto, professora Aline Strapasson.

Segundo ela, a ampliação da infraestrutura do curso de Educação Física também propiciou o desenvolvimento da capoeira adaptada, do maculelê e da dança em cadeira de rodas.

Em 2007, o projeto deu início a atividades de estimulação precoce com bebês portadores de síndrome de down e atividades recreativas com pessoas surdas e com transtornos mentais.

Em 2010, incluiu-se o badminton adaptado.

As atividades são supervisionadas por quatro professores e monitoradas por 40 estudantes de Educação Física, treinados para o atendimento dos participantes.

Cerca de 150 pessoas participam. Todas encontram no projeto oportunidade de melhorar a qualidade de vida e de participar de competições. O projeto também atende entidades da cidade.

A Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), a Apada (Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos) e o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) são algumas das beneficiadas.

Elas são avisadas no início do ano sobre as atividades e horários e enviam seus alunos.

A iniciativa conta com o apoio da Atacar (Associação Toledana de Atletas em Cadeiras de Rodas), da ADFT (Associação de Deficientes Físicos de Toledo) e da Clínica Escola de Fisioterapia da Unipar, que encaminham atletas e pacientes para as atividades.

Fonte: www.unipar.com.br

 

 

 

BRASILEIROS NO RANKING INTERNACIONAL

Data: 15/08/2011

Sábado último (14 de maio de 2011) o Ranking internacional foi atualizado e brasileiros já fazem parte dele mostrando que o parabadminton no Brasil está cada vez mais sólido.

Pela experiência internacional que tenho (Létisson Samarone), sei que temos atletas que têm total possibilidade de terem pontuação melhor, más infelizmente por questões financeiras não participam de torneios fora do pais.

O único torneio internacional em que participamos foi o PANAMERICANO que aconteceu aqui mesmo no pais.

No Ranking constam os resultados dos últimos 2 anos, então participar sempre é de fundamental importância, só neste ano tivemos Torneio na FRANÇA, ESPANHA e ISRAEL sem mencionar o Campeonato 4 Nações (ESCORCIA, INGLATERRA,IRLANDA e WALES) realizado na INGLATERRA neste fim de semana (13-15 de maio).

Esta quantidade de eventos favorecem os Europeus.

Para quêm ainda não está familarizado com o parabadminton, ele é dividido por classes (comprometimentos parecidos)

Obs: Quando os atletas empatam em pontos o critério de desempate é por ordem alfabetica, ou seja, ambos estão com 10 pontos por exemplo, más um será o 5º e outro o 6º. Por este fato coloquei a posição que aparece no ranking oficial e entre parentese a posição "virtual" do mesmo.

RANKING MASCULINO SIMPLES

CLASSE S1

JONATAS BARBOSA

POSIÇÃO 11º CETEFE – BRASÍLIA-DF

CLASSE S2

LUIZ HENRIQUE DOS SANTOS

POSIÇÃO 15º CETEFE – BRASÍLIA

VINICIO SOUSA

POSIÇÃO 26 (22) SEAREIROS – CAMPINAS-SP

CLASSE S2a

JONATHAN CARDOSO

PRIMEIRO DO RANKING ASMOSABE – BLUMENAL-SC

*Obs: Jonathan tem o dobro de pontos do segundo colocado, provavelmente ele chegará no mundial em Novembro como cabeça de chave.

CLASSE S3

SERAFIM UELDES MARCELO

POSIÇÃO 27 (26) CETEFE – BRASÍLIA-DF

CLASSE S4

GERALDO OLIVEIRA

POSIÇÃO 22 (20) CETEFE – BRASÍLIA-DF

CLASSE S5

RIVALDO ARRUDA

POSIÇÃO 21 (20) CLUBE DE BADMINTON-FBPE – RECIFE-PE

CLASSE W1

RODRIGO OLIVEIRA

PRIMEIRO DO RANKING CETEFE – BRASÍLIA-DF

CLASSE W2

JAIME DOS REIS

POSIÇÃO 25 PROJETO AMA – TOLEDO-PR

GABRIEL JANNINI

POSIÇÃO 26 (25) HÍPICA – CAMPINAS-SP

GUSTAVO RICHTER

POSIÇÃO 27 (25) PORTO ALEGRE-RS

CARLOS ALBERTO HESSEL

POSIÇÃO 28 (25) CETEFE – BRASÍLIA-DF

CLASSE W3

RODOLFO RAMOS

POSIÇÃO 27 (26) CETEFE – BRASÍLIA-DF

RÔMULO SOARES

POSIÇÃO 31 (26) CETEFE- BRASÍLIA-DF

RANKING MASCULINO DE DUPLAS

Informações: Para o Ranking de duplas é contado pontos individualmente, ex. o atleta A faz duplas com B eles ganham um torneio, vai 30 pontos para o A e 30 pontos para B.

Em um próximo torneio o atleta A faz dupla com C e o B com o D. A dupla AC vence, então mais 30 pontos para A (totalizando 60 pontos) e 30 pontos para C e 20 para B (totalizando 50) e assim por diante.

CLASSE S1

JONATAS BARBOSA – CETEFE – BRASÍLIA-DF - - posição 11

CLASSE S2 

LUIZ HENRIQUE DOS SANTOS – CETEFE – BRASÍLIA—posição 16 (15)

VINICIO SOUSA – SEAREIROS – CAMPINAS-SP – posição 31 (26)

CLASSE S2a

JONATHAN CARDOSO – ASMOSABE – BLUMENAL-SC – posição 02 (01) *Jonathan tem exatamente a mesma pontuação do primeiro, então ele também pode ser considerado primeiro em duplas também.

CLASSE S3

SERAFIM UELDES MARCELO – CETEFE – BRASÍLIA-DF - posição 19 (18)

CLASSE S4

GERALDO OLIVEIRA – CETEFE – BRASÍLIA-DF – posição 03 * Nesta classe quem domina são os asiáticos, grande importãncia esta colocação de Geraldo.

CLASSE S5

RIVALDO ARRUDA – CLUBE DE BADMINTON-FBPE – RECIFE-PE - posição 15

CLASSE W1

RODRIGO OLIVEIRA – CETEFE – BRASÍLIA-DF posição 02, no ranking anterior Rodrigo estava em primeiro.

*Que conhecer mais sobre este atleta --- http://parabadminton.blogspot.com/2011/05/perfil-rodrigo-campos-oliveira.html

CLASSE W2

JAIME DOS REIS – PROJETO AMA – TOLEDO-PR - posição 23

GABRIEL JANNINI – HÍPICA – CAMPINAS-SP – posição 24 (23)

CARLOS ALBERTO HESSEL – CETEFE – BRASÍLIA-DF – posição 25 (23)

CLASSE W3

RODOLFO RAMOS – CETEFE – BRASÍLIA-DF posição 20 * O Atleta RÔMULO SOARES por erro da PBWF não aparece no ranking, estamos tomando as providências.

Fonte: http://parabadminton.blogspot.com/