História

Por mais de um milênio, a Humanidade tem inventado e desfrutado de jogos baseados em rebater uma bola com a mão, ou com algum tipo de bastão ou raquete.

Por volta do ano de 1148, na França, se jogava "Le Paume", que significa a palma da mão; este jogo progrediu, mais tarde, como "Jeu de Paume", "Real Tennis", "Royal Tennis", ou simplesmente, Tenis.

Inusitadamente, no começo do século 19, esta obsessão com raquetes e bolas deu início a uma variante do esporte no presídio "The Fleet", em Londres. Os presidiários se exercitavam rebatendo uma bola contra as paredes. Vários deles usavam raquetes, dando daí, origem ao jogo de "Rackets". Tal jogo encaminhou-se por algum obscuro caminho até "Harrow" e outras escolas Britânicas de prestígio e tradição , por volta de 1820, embrionando-se, aí, o esporte conhecido como "Squash Rackets", ou simplesmente, Squash.

O Squash foi "inventado" por volta de 1830 na "Harrow School", quando os alunos descobriram que uma bola furada do jogo de "Rackets", quando espremida (squashed) pelo impacto com a parede, produzia um jogo com muito mais variedade de trajetórias, e que também, requeria um esforço muito maior para se jogar, pois os jogadores não podiam simplesmente "esperar" a bola voltar, como no jogo de "Rackets". Esta variante do "Rackets" foi muito bem aceita, e em 1864, as primeiras quatro quadras de Squash foram construídas na "Harrow School", e o esporte conhecido como Squash foi oficialmente fundado.

Nos primórdios do Squash, como em todos os outros esportes, não havia nenhuma padronização internacional, e foi inevitável o surgimento de algumas variantes do jogo. Felizmente, somente duas variações do jogo vingaram. Uma, na Inglaterra, jogada em quadras de 21 pés de largura e com "bolas macias", e, a segunda, jogada na América do Norte, com quadras de 18,5 pés de largura e "bolas duras". Ambas usavam um quadra de 32 pés de comprimento.

OS PRIMÓRDIOS NA INGLATERRA

As primeiras referencias ao Squash, fora da "Harrow School", apareceram em 1890, no livro "The Badminton Library of Sports and Pastimes" escrito pelo Duque de Beaufort. Eustace Miles, campeão mundial de Tenis e Rackets, escreveu o primeiro livro sobre Squash, em 1901, mencionando que o esporte já era desfrutado por milhares de jogadores, em várias partes do Mundo. Àquela época, já existiam quadras de Squash em escolas e Universidades, na Inglaterra e algumas quadras foram construídas em residencias particulares. O primeiro campeonato profissional de Squash foi realizado em 1920, na Inglaterra, no qual C.R. Read (Queens Club) venceu A.W.B. Johnson (RAC Club).

Em 1923, H.A.L Rudd, escrevendo para "Baily’s Magazine", previu que o esporte de Rackets perderia muito jogadores para o Squash, com a chegada do primeiro Campeonato Inglês Amador. Ele estava preocupado com o fato, visto que ele considerava o Rackets como um esporte mais adequado "para homem". Na sua opinião, o Squash era um bom exercício, mas não exigia a mesma habilidade. Apesar de sua frustração, suas previsões se confirmaram, e o Squash cresceu e se difundiu rapidamente, ultrapassando a popularidade do Rackets em pouquíssimo tempo.

Com o crescimento do Squash, algumas organizações foram criadas, para gerenciar o esporte, a nível local. As primeiras entidades fundadas foram a United States Squash Racquets Association (USSRA) em 1907 e a Canadian Squash Racquets Association em 1911. Na Inglaterra, o esporte estava regulado pelo sub-comitê de Squash, vinculado a Tennis and Rackets Association de 1908 até 1928, quando a Squash Rackets Association (SRA) foi fundada.

Uma quadra construída no "Bath Club", em Londres, no início do século 20, foi escolhida como o padrão a ser seguido em termos de dimensões: 32 pés de comprimento por 21 pés de largura, muito menores que a quadra de Rackets que media 60 pés por 30 pés. O sistema de contagem sem vantagem, com games de 15 pontos foi usado até 1926, quando o sistema com vantagem (só quem saca, marca pontos), e games de 9 pontos foi proposto. Na América do Norte, o antigo sistema de contagem se manteve, e tal sistema se foi adotado no Circuito Profissional, em 1991, visando-se encurtar os jogos.

Em 1933, o grande jogador Egípcio Amr Bey, conquistou o primeiro de uma série de cinco British Opens, os quais eram vistos como Campeonatos Mundiais. Seguindo tais conquistas, M.A. Karim, também do Egito, alcançou os títulos entre 1947 e 1950. Em 1951, a "Dinastia Khan" estabeleceu-se com Hashim entre 1951 e 1958, Roshan em 1957, Azam entre 1959 e 1962, Mohibullah em 1963, Jahangir entre 1982 e 1992 e Jansher em 1993 e 1994.

O British Open feminino começou ainda mais cedo, Miss. J.I. Cave ganhou em 1922. Até 1960, somente jogadoras inglesas haviam conquistado o Open, com Janet Morgan (Shardlow após casar-se) ganhando os campeonatos entre 1950 e 1958. Foi seguida pela jogadora mais famosa de todos os tempos, a australiana Heather McKay que dominou suas adversárias entre 1966 e 1977 e manteve-se imbatível durante toda a sua carreira. Heather foi sucedida por Susan Devoy, da Nova Zelândia, a qual ganhou o British Open entre 1984 e 1992.

Possivelmente os jogadores que propiciaram o maior desenvolvimento do Squash foram Jonah Barrington, da Irlanda e Geoff Hunt, da Austrália. Eles dominaram o Squash entre o final dos anos 60 e o início dos anos 80, sendo idolatrados mundialmente e fomentaram uma expansão do esporte, nunca antes experimentada, levando o esporte ao nível representado pelos números de 46.000 quadras espalhadas ao redor do mundo sendo utilizadas por mais de 15 milhões de jogadores, ao final de 1994.

SQUASH NA AMÉRICA

Squash já estava sendo jogado no Canadá, antes de 1882, visto que James Conover, Diretor da St. Paul's School em Concord, New Hampshire, EUA, presenciou o jogo, quando em Montreal, naquele ano. Ele considerou o esporte excelente para seus alunos, e escreveu, na edição de Novembro de 1882 de sua revista interna recomendando a prática do Squash, dentro da escola. Ele também deu detalhes sobre as novas instalações com quadras de 21 pés, e, comparou o jogo de Squash ao jogo de Rackets, apontando as vantagens do primeiro: ". . .

Este complexo cobrirá uma área de 50 por 60 (pés) e terá uma altura de aproximadamente 70 pés. A bola a ser utilizada é oca, tem um tamanho de uma noz, é feita de borracha, e tem um orifício para evitar-se que quebre. Tais quadras conhecidas como quadras de squash são ideais para nosso clube, por muitas razões: tais quadras são usadas em larga escala em escolas públicas na Inglaterra; o custo de construção é reduzido; um número menor de quebra de raquetes e bolas, como também é menor o número de contusões cranianas, joelho e cotovelos; os danos ao ser atingido pela bola (bastante pronunciado entre iniciantes) são menos sérios, e para todos os efeitos, o jogo é o mesmo e produz excelente jogadores, da mesma forma que o o jogo de Rackets. . . "

Apesar do fato de que a bola usada internacionalmente aquela época era mais dura e quicava mais do que as bolas atuais, ainda assim não se mostrava adequada ás condições de Concord, muito fria no inverno, com temperaturas abaixo de zero, dentro da quadra. Por conseguinte, uma bola mais dura foi desenvolvida e se mostrou bem melhor para o jogo em tais condições. Algumas alterações na quadra foram experimentadas, também, reduzindo-se a largura para 18, 50 pés, 19 pés e outras dimensões. Não antes de 1924 se chegou a um padrão, o qual estabeleceu-se como 18,50 pés de largura e a lata com altura de 17 polegadas, ao invés das 19 polegadas, usadas internacionalmente.

Em 1929, o projeto padrão oficial da quadra passou a ser vendido pela USSRA e o jogo de hardball começou a crescer.

A USSRA foi fundada em 1907, e, foi também neste ano em que se realizou o primeiro Campeonato Nacional de Squash de que se tem notícia, com John A. Miskey da Philadelphia sagrando-se campeão. Miskey repetiu a façanha em 1908 e 1910. Sucedendo Miskey, o título de campeão nacional foi alcançado seis vezes, por Stanley W. Pearson, também da Philadelphia, entre 1915 e 1923. Stanley Junior, filho de Stanley Pearson repetiu a façanha do pai, sagrando-se campeão em 1948. Outros grandes jogadores, dignos de nota foram Charles M P Brinton (1941/42/46/47), G Diehl Mateer Jr (1954/56/61), Henri R Salaun ganhando o título quatro vezes entre 1955 e 1961. Victor Niederhoffer dominou os anos 70 com 5 vitórias , Kenton Jernigan ganhou por tres vezes nos anos 80 e o mexicano Hector Barragan ganhou cinco vezes consecutivas entre 1990 e 1994.

Com o advento do Circuito Professional Americano, para o qual, clubes ao redor do Mundo eram incentivados a enviar seus melhores representantes, muitos jogadores de renome internacional alcançaram vitórias no US Open, desde os anos 50: Hashim Khan (4 vitórias), Mahmoud Kerim (4), Mohibullah Khan (5), Sharif Khan (9), Mark Talbott (5), Jahangir Khan (2) e Jansher Khan (3).

Até meados da década de 80, só se praticava o hardball nos EUA, mas com o desenvolvimento da versão internacional ao redor do Mundo, pouco a pouco o "softball squash" passou a ganhar espaço no contexto americano. Adicionalmente, a USSRA reconheceu quadras com largura de 20 pés como adequadas para o jogo de Squash. Esta medida representou um grande passo, visto que um grande número de quadras de racketball poderiam ser economicamente convertidas para o jogo do Squash. O começo da década de 90 viu uma grande conversão do hard para o softball Squash, nos EUA. Tendo como indicador o número de bolas vendidas para as duas versões do esporte, podemos afirmar que, em 1996, aproximadamente 80% do Squash praticado nos EUA se faz com a bola macia, ou seja, o padrão internacional. Apesar de ainda esistir muito debate a respeito, os fatos demonstram que a nova geração de praticantes de Squash nos EUA preferem amplamente a versão praticada no resto do Mundo.

Os jogadores norte-americanos foram também os primeiros a apreciar o jogo de duplas, com a versão de hardball sendo jogada em quadras medindo 45 por 25 pés. O primeiro Campeonato Nacional de Duplas foi realizado em 1933, e atualmente jogo de duplas com bola dura suplanta imensamente a versão com bola macia.

AUSTRALIA E OUTRAS 123 NAÇÕES

O jogo de Squash se difundiu rapidamente no seu início, sendo que os países com maior aceitação foram aqueles com forte influencia e/ou dominação britânica, tais como África do Sul, Índia, Paquistão, Egito, Austrália e Nova Zelândia. Tida como a Nação de maior sucesso, em termos de Squash, Austrália viu o Squash nascer através dos militares ingleses, ali baseados.

Apesar do fato de que as primeiras quadras na Austrália foram construídas em 1913, no Melbourne Club, em Victoria, uma entidade para administrar o Squash só foi fundada em 1934. Jogadores locais viram a necessidade de se estabelecer tal organização, daí surgindo a Squash Rackets Association of Austrália (SRAA). Mas, foi somente nos anos 60 que o Squash realmente começou a crescer na Austrália. Maior número de patrocinadores associados ao esporte, junto com a criação de instalações públicas para a prática de Squash possibilitaram uma certa Massificação de desporto. O público presente ás competições cresceu enormemente. Tal crescimento possibilitou um êxito em âmbito internacional, com vários jogadores australianos galgando aos postos de campeões mundiais: Heather McKay, Ken Hiscoe, Geoff Hunt, Vicki Cardwell, Steve Bowditch, Rhonda Thorne e mais recentemente, Michelle e Rodney Martin. A nível de campeões mundiais juniores, a Austrália proporcionou Peter Nance, Chris Robertson, Robyn Lambourne, Sarah Fitz-Gerald e Rachael Grinham Geoff Hunt foi campeão mundial sete vezes, e, em oito ocasiões abocanhou o British Open , enquanto Heather McKay foi a mais vitoriosa jogadora de todos os tempos, mantendo o incrível recorde de jamais ter sido batida em uma competição internacional por 19 anos!

Em 1990 a SRAA passou a se designar Squash Austrália. Muitas outras nações presenciaram um grande crescimento do Squash durante os últimos trinta anos. O padrão típico de surgimento e crescimento foi o de um grupo pequeno de aficionados pelo esporte criando um núcleo, e as qualidades do jogo, pelo seu aspecto dinâmico, vibrante e de grande exercício cardiovascular promove o seu crescimento. Tal fórmula se repetiu em países como Japão, Brasil Argentina, Coréia, Itália, Alemanha, Colômbia, Suécia, Singapura e muitos mais.

AO REDOR DO MUNDO

No começo o Squash Internacional era controlado pela SRA, na Inglaterra e a USSRA, nos EUA, mas em 1966, representantes da Austrália, Índia, Nova Zelândia, Paquistão, África do Sul, EUA, Canadá e os Emirados Árabes se reuniram em Londres e concordaram com a criação da International Squash Rackets Association (ISRF), sendo a Assembléia Inaugural datada de 5 de Janeiro de 1967.

A ISRF manteve um bom ímpeto e se associou à Women's International Squash Federation em 1985. Em 1992, foi re-batizada como World Squash Federation, reconhecendo assim que o esporte era internacionalmente conhecido como Squash, e não, Squash Rackets.

A World Squash Federation tem atualmente 109 membros. É a única Federação Internacional do esporte reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional (International Olympic Committee - IOC), e mantém responsabilidade pelas regras, especificações de quadras e material de jogo, arbitragem e treinamento. A WSF mantém também o Calendário Mundial de Eventos e organiza e promove os Campeonatos Mundiais Masculino e Feminino, incluindo os de Juniores Masculino e Feminino, bem como os campeonatos de Master por faixa etária, categorias individual e por duplas.

A WSF incentiva e coordena programas de desenvolvimento do esporte, através das entidades representativas dos países filiados, e está atualmente trabalhando junto ao Comitê Olímpico Internacional visando a participação do Squash nos Jogos Olímpicos do ano 2000.

Squash tem sido jogado por mais de 130 anos, e tem crescido bastante nos últimos 30. Mas nós dependemos de todos para continuar fazendo o Squash alcançar seu destino. Se você quer ter um vício saudável, experimente Squash.

SQUASH NO BRASIL

A primeira quadra de Squash surgiu no Brasil no inicio deste século nas minas de ouro de Nova Lima - MG, trazida por engenheiros ingleses.

Em clube esportivo a primeira quadra surgiu no clube SPAC (São Paulo Athletic Club) na década de 30.

No final da década de 70 e inicio de 80, o primeiro boom do Squash começou com a construção de quadras em clubes e academias de São Paulo e Rio de Janeiro.

No final de 80 novas quadras foram construídas no Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais e também em Belém do Para.

A primeira federação a ser fundada foi a Federação Paulista de Squash Rackets em 20/11/1979 . Depois veio a Federação de Squash do Rio de janeiro, fundada por filho de ingleses liderados por John Hughes . A Associação Brasileira de Squash foi fundada em 1985 tendo com seu primeiro Presidente - Carlos Salem.

Depois foram fundadas as federações de Minas Gerais (Marcus Guimarães e Alexandre Moreira), Paraná (Cassibo Buffara / José Baggio) e Rio Grande do Sul ( Luiz Augusto Borges, Marcos Bastian e Emílio Fernandes).

A Confederação Brasileira de Squash foi oficialmente fundada no dia 21 de Junho de 1991 na sede do Comitê Olímpico Brasileiro com apoio do então Presidente do COB, Dr.Andre Gustavo Richer e do Presidente da CBDT (Confederação Brasileira de Squash) - Dr.Aloisio Amorim. Após a regularização das federações estaduais a CBS teve sua primeira eleição em 1994 tendo sido eleito o Sr.Fernnado Mont’alvenre, ex-presidente do Rio Squash Clube o único e principal clube de Squash do Pais. O Sr.Fernando Mont’alverne foi reeleito por unanimidade em 1996. A CBS filiou-se ao COB em 1994.

Hoje a CBS tem 8 (oito) federações filiadas incluindo as Federações de Santa Catarina (Nelson Ribeiro Neto), Brasília (Fernando Melo) e Espirito Santo (Luiz Cunha Lima).

Kiko Frisoni de São Paulo dominou o Squash Brasileiro e sul-americano desde seu inicio tendo sido o único deca-campeão brasileiro (10 vezes) e venceu no total 11 campeonatos Brasileiros e diversos campeonatos sul-americanos.

Juntamente com Paulo Troyano também de São Paulo, liderou o Squash Sulamericano ate o final da década de 80.

No feminino tivemos a paulista Denise Pastore, diversas vezes campeã brasileira e Sulamericana, depois tivemos Karen Redfern que desde o final da década de 80 ate os dias de hoje e uma das principais atletas brasileiras.

Também tivemos a mineira Flavia Roberts, a melhor brasileira classificada no ranking mundial em 17 lugar em 1988, que esta radicada na Inglaterra e somente a partir de 1994 começou a jogar por equipes brasileiras e tendo sido campeã brasileira em 1996.

E nos dias de hoje além das duas atletas temos a carioca Adriana Moura, diversas vezes campeã carioca e brasileira.

No masculino depois de Kiko Frisoni, tivemos o atleta Mário de Oliveira (do Paraná, mas radicado em São Paulo) e depois o Atleta do Rio de Janeiro, Luís Eduardo Borges (o feijão) sendo o primeiro atleta fora de São Paulo a conquistar um campeonato Brasileiro em 1994 e outro carioca surgiu com excelente nível, Paul Conolly Campeão Brasileiro em 1995 e Primeiro Campeão Mundial Universitário em 1996. Paul sofreu uma seria contusão praticando esqui-aquatico e retorno as quadras no final de 1998.

Outro grande atleta que após anos estando anos entre os melhores atletas, é Ronivaldo Santos Conceição, também de São Paulo sagrando-se Campeão Brasileiro em 1997 e Bi-Campeão em 1998.

Ronivaldo é um exemplo para o esporte brasileiro, sendo uma atleta negro (uma exceção no esporte) e humilde - iniciou com limpador de carros em clube, conquistou no esporte seu desenvolvimento e aprimoramento intelectual, esportivo, social e financeiro. Um verdadeiro vencedor em nossa sociedade.

Hoje o Squash é praticado também nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Para, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceara, Maranhão, Goiás , Sergipe; num total de 19 estados.

Hoje contamos com aproximadamente 35.000 praticantes e 1.000 quadras.

No âmbito internacional também temos a Confederação Sulamericana e a Federação Panamericana de Squash, onde o Brasil participa efetivamente com o Secretario e membros nos comitês de arbitragem e de treinadores e desenvolvimento juvenil. A Federação Panamericana de Squash é responsável direta pela participação do Squash nos Jogos Panamericanos e em sua inclusão nos Jogos ODESUR (Sul-americanos) Jogos Centro Americanos (ORDECA) e Jogos Centro Americanos e do Caribe (ODECABE).

O Objetivo conjunto da World Squash Federation e de suas afiliadas, Federacion Panamericana de Squash, European Squash Raquets Federation, African Squash Federation, Asian Squash Federation e Oceania Squash Federation é a inclusão do Squash no Programa de Atenas 2004.

Fonte: Squash Brasil


 

Regras

REGRAS MUNDIAIS DO SQUASH

INDIVIDUAL

1. O Jogo O jogo de Squash é disputado entre dois jogadores, cada um usando uma raquete, com uma bola e numa quadra, todas as três de acordo com as dimensões padronizadas da WSF.

2. O Escore (A contagem de pontos) Uma partida se constituirá de uma melhor de 3 ou 5 games, conforme a opção dos promotores da competição. Cada game é disputado ate 9 pontos, isto é, o jogador que primeiro completar 9 pontos ganha o jogo, exceto quando, em acontecendo pela primeira vez o empate em 8 pontos, o recebedor pode optar, antes de ser servido o próximo saque, pela continuação do game ate 9 pontos (Set One) ou ate 10 pontos (Set Two), quando então o jogador que primeiro marcar mais dois pontos, ganha o game. O recebedor deve, em qualquer dos casos, indicar claramente a sua opção ao Marcador, Árbitro e para seu adversário. O marcador deverá anunciar "Set One" ou "Set Two" conforme aplicável, antes que o game continue.

3. Pontos Os pontos somente podem ser marcados pelo sacador. Quando o sacador ganha a jogada, ele marca um ponto; quando o recebedor ganha a jogada, ele se torna sacador.

4. O Saque

4.1 O jogo começa com um saque e o direito de sacar é decidido pelo giro de uma raquete. Dai em diante, o sacador continua a sacar até que perca uma jogada, quando então seu adversário se torna sacador, e este procedimento continuará durante a partida. No início do segundo e de cada game subseqüente, o ganhador do game anterior saca primeiro.

4.2 Ao início de cada game e de troca de sacador, o sacador tem a escolha de que lado sacará e dai em diante, alternará o lado, enquanto permanecer o sacador. No entanto, se uma jogada terminar num let, o sacador deverá sacar novamente do mesmo lado. Nota para os Oficiais Se parecer que o sacador pretenda sacar do lado errado, ou ambos jogadores parecerem indecisos sobre o lado correto, o Marcador deve avisar qual o lado correto. Se o Marcador cometer um erro no aviso, ou se houver qualquer discussão, o Árbitro deve decidir qual o lado correto.

4.3 Ao sacar, o jogador deverá largar ou lançar a bola, usando a mão ou a raquete, antes de golpea-la. Se um jogador, tendo largado ou lançado a bola, não fizer menção de golpeá-la, a bola deve ser largada ou lançada outra vez para aquele saque. 4.4 Um saque não é bom e o sacador perde a vantagem se: 4.4.1 A bola, depois de ser largada ou lançada para o saque, tocar uma parede, o piso, teto ou quaisquer objetos suspensos das paredes ou teto antes de ser golpeada - Chamado "Falta".

4.4.2 No momento de golpear a bola, o sacador não tiver parte de um dos pés em contato com piso dentro da área de saque ou alguma parte deste pé estiver tocando a linha limitadora da área de saque (parte deste pé pode se projetar sobre esta linha, desde que ele não toque na linha) - Chamado "Foot-Fault".

4.4.3 O sacador fizer uma ou mais tentativas de golpear a bola, mas falhar em fazê-la. - Chamado "Not up". 4.4.4 A bola não for golpeada corretamente. - Chamado "Not up".

4.4.5 A bola for sacada para fora. - Chamado "Fora".

4.4.6 A bola é sacada contra qualquer outra parede da quadra, antes da parede frontal. - Chamado "Falta".

4.4.7 A bola é sacada para o chão, ou, na ou abaixo da linha de saque. - chamado "Falta" se for acima da lata, e "Baixa" se for para o chão ou, na lata.

4.4.8 O primeiro pique da bola, a não ser que seja voleada pelo recebedor, caia no piso antes ou fora do quarto posterior da quadra oposta ao lado do sacador. - Chamado "Falta".

4.5 O sacador não deverá sacar até que o marcador tenha anunciado o escore (o placar) Nota para os Oficiais O marcador não deverá retardar o jogo pelo anúncio da contagem do escore. Entretanto, se o sacador sacar ou tentar sacar, antes do anúncio final de contagem do escore, o Árbitro deverá paralisar o jogo e solicitar ao sacador que espere até que o anúncio do escore tenha sido feito por completo.

5. O jogo Após um bom saque ser feito, os jogadores golpeiam a bola alternadamente até que um ou outro deixe de fazer um bom retorno, e a bola deixar de estar em jogo de acordo com as regras, pelo apelo de um jogador ou a uma chamada do Marcador ou Árbitro.

6. Bom Retorno

6.1 Um retorno é bom se a bola, antes de ter tocado mais de uma vez o piso, for devolvida corretamente pelo batedor de encontro a parede frontal acima da lata, ou via parede(s) lateral(is) e/ou parede do fundo, sem primeiro tocar o piso, ou qualquer parte do corpo do adversário, ou a raquete , corpo ou vestuário, desde que a bola não seja golpeada para fora.

6.2 Não será considerado um bom retorno, se a bola tocar a lata antes ou depois de ter tocado a parede frontal e antes de tocar no piso, ou se a raquete não estiver na mão do jogador quando a bola for golpeada.

7. Continuidade do Jogo Depois que o primeiro saque for feito, o jogo deve ser contínuo, a não ser que:

7.1 A qualquer hora, o jogo pode ser suspenso, devido a má iluminação ou outras circunstâncias além do controle dos jogadores, por um período que o Árbitro deve decidir. O escore deve permanecer o mesmo. Se uma outra quadra estiver disponível enquanto a quadra em questão permanecer inadequada, a partida pode ser transferida para ela, se os dois jogadores concordarem ou se decidido pelo Árbitro. Na eventualidade do jogo ser suspenso pelo dia, o escore deve permanecer, a não ser que os dois jogadores concordem em recomeçar a partida outra vez.

7.2 Um intervalo de noventa segundos deve ser permitido entre o final do aquecimento e o começo do primeiro game e também entre todos os games. Jogadores podem deixar a quadra durante tais intervalos, mas devem estar prontos para resumir o jogo antes de acabar o tempo do intervalo de noventa segundos. Por mútuo acordo dos jogadores, o jogo pode começar ou ser resumido antes de acabar o tempo do intervalo de noventa segundos. (G1)

7.3 Desde que um jogador convença o Árbitro da necessidade de mudança de equipamento, vestuário ou calçado, o jogador poderá deixar a quadra, mas ele deve efetuar a troca o mais rápido possível e deve ser permitido um período de noventa segundos para este propósito.

7.4 Quando faltarem 15 segundos para o término do tempo permitido de noventa segundos, o Árbitro deve anunciar "Quinze Segundos", para avisar aos jogadores para estarem prontos para reiniciar o jogo. No fim deste intervalo, o Árbitro deve anunciar "Tempo". Os anúncios devem ser feitos em voz alta. E da responsabilidade dos jogadores estarem posicionados nas proximidades da quadra para poderem ouvir os anúncios de "Quinze Segundos" e "Tempo". Nota para os Oficiais A. Se um dos jogadores não estiver pronto para reiniciar o jogo depois do anúncio "Tempo", o Árbitro aplicará as disposições da Regra 17. B. Se nenhum dos jogadores estiver pronto para reiniciar o jogo depois do anuncio de "Tempo", o Árbitro aplicará as disposições da Regra 17 para ambos os jogadores. (G2)

7.5 Um jogador passando mal ou contundido tem a escolha de continuar ou resumir o jogo sem demora, concedendo o game em andamento, ou concedendo a partida. Ao conceder o game o jogador mantêm todos os pontos já conquistados e no final dos noventa segundos de intervalo entre os games, ele deve resumir o jogo ou conceder a partida. Entretanto, se a doença ou contusão envolver visualmente escorrimento de sangue, a continuação ou resumo do jogo não é permitido. O jogador deve deixar a quadra mas não quer dizer que naquele momento ele está concedendo o game em progresso. Se o jogador desejar resumir o jogo, a doença ou contusão deve ser auferida pelo Árbitro como uma auto-contusão e o previsto na regra 16.2 deve ser aplicado.

7.6 Se ocorrer a contusão em um jogador, o Árbitro deve se referir ao previsto na Regra 16. (G3)

7.7 O Árbitro deverá aplicar o previsto na Regra 17 ao jogador, que, na opinião do Árbitro , retarda desnecessariamente o jogo ("Fazer Cera"). Tal retardamento poderá ser causado por:

7.7.1 Preparação demasiadamente vagarosa para sacar ou receber o saque.

7.7.2 Discussão prolongada com o Árbitro.

7.7.3 Demora em voltar a quadra, que deixará de estar em acordo com os termos da Regra 7.2 , 7.3 ou 15.1. (G4)

7.8 Se um objeto, além da raquete do jogador, cair no piso da quadra enquanto o rally estiver em andamento, os requisitos são:

7.8.1 O Árbitro, ao notar o objeto caído, deve parar o jogo imediatamente.

7.8.2 O jogador notando o objeto caído, pode parar o jogo e apelar por um let.

7.8.3 Se o objeto cair de um jogador, então aquele jogador deve perder a jogada, ao menos que a Regra 7.8.5 seja aplicada ou ao menos que a causa seja uma colisão com o adversário. Em último caso, um let deve ser concedido, exceto se um apelo por interferência for feito, o Árbitro deve aplicar o previsto na Regra 12.

7.8.4 Se o objeto cair de outro lugar, e não de um jogador, um let deve ser concedido, ao menos que a Regra

7.8.5 seja aplicada. 7.8.5 Se um jogador tiver feito claramente uma jogada vencedora quando o objeto cair no piso da quadra, então aquele jogador deve ganhar a jogada.

7.9 Se um jogador deixar cair a sua raquete, o Árbitro pode deixar que o rally continue, ao menos que a Regra 12, 13.1.1, 13.1.3 ou 17 seja aplicada.

8. Como ganhar as jogadas Um jogador ganha uma jogada:

8.1 De acordo com a Regra 4.4, quando o jogador for o recebedor.

8.2 Se o adversário deixar de fazer uma boa devolução da bola, quando ele for o batedor, a não ser que seja concedido um let ou um stroke ao adversário. (G5)

8.3 Se a bola tocar no adversário (incluindo qualquer coisa que ele use ou carregue), sem interferência, quando o adversário é o não batedor, salvo disposição em contrario pelas Regras 9 e 10. Se ocorrer uma interferência, então o previsto na Regra 12 se aplica. Em todos os casos, o Árbitro deve julgar de acordo.

8.4 Se um stroke for concedido para um jogador pelo Árbitro conforme o disposto nas regras.

9. Atingindo o ADVERSÁRIO com a bola Se a bola, antes de alcançar a parede frontal, atingir o adversário (incluindo qualquer coisa que ele use ou carregue), a bola deixará de estar em jogo, e:

9.1 Ao menos que a Regra

9.2 seja aplicada, o batedor deve ganhar a jogada, se o retorno teria sido bom e a bola estivesse na trajetória de atingir a parede frontal sem primeiro tocar em qualquer outra parede. 9.2 Se o retorno teria sido bom, mas o batedor ou tivesse seguido a bola e girado, ou a bola passasse em volta do batedor, em qualquer dos casos, o batedor golpeando a bola no lado direito do corpo depois que a bola tenha passado pela esquerda (ou vice versa), então um let deve ser concedido em todos os casos. Nota para os Oficiais Se o batedor seguiu a bola e girou, ou se a bola passou em volta do batedor, e o batedor decidir não continuar a jogada devido a possibilidade de golpear o adversário, então o batedor pode apelar por um let. O Árbitro não deve negar um let se, na opinião do Árbitro, existiu uma razoável possibilidade de golpear o adversário, e o batedor iria fazer um bom retorno.

9.3 Se a bola tiver atingido ou fosse atingir qualquer outra parede e o retorno teria sido bom, um let deve ser concedido, exceto se, na opinião do Árbitro, uma jogada vencedora foi impedida, e neste caso, o batedor deve ganhar um stroke. Nota para os Oficiais O stroke concedido conforme descrito na Regra 9, não se aplica ao giro, bola passando em volta do batedor, ou segundas tentativas.

9.4 Se o retorno não teria sido bom, o batedor deve perder a jogada. Nota para os Oficiais Quando um jogador foi atingido pela bola, como descrito na Regra 9, o Árbitro deve julgar a trajetória da bola e tomar a decisão apropriada.

10. OUTRAS TENTATIVAS PARA GOLPEAR A BOLA Se o golpeador golpear e não atingir a bola, poderá fazer outras tentativas. Se, depois de não ter sido atingida, a bola tocar o adversário (incluindo qualquer coisa vestida ou carregada), então se, na opinião do Árbitro:

10.1 O golpeador pudesse ter feito uma boa devolução, será concedido um let, ou

10.2 O golpeador não pudesse ter feito uma boa devolução, o golpeador deve perder a jogada. Se qualquer outra tentativa for bem sucedida mas resulte numa boa devolução sendo impedida de alcançar a parede frontal em virtude de tocar no adversário (incluindo qualquer coisa vestida ou carregada), em todas estas circunstâncias será concedido um let. Se qualquer outra tentativa não fosse resultar em um bom retorno, o golpeador deve perder a jogada.

11. APELOS O perdedor de uma jogada pode apelar contra qualquer decisão do Marcador que tenha afetado a jogada. Apelos ao Árbitro de acordo com a Regra 11 deverão ser feitos com as palavras "Appeal Please" ou "Let por Favor". O jogo será então interrompido até que o Árbitro tenha tomado a sua decisão. Se um apelo de acordo com a regra 11 não for concedido, a decisão do Marcador deverá permanecer. Se o Árbitro estiver em dúvida, um let deve ser concedido, exceto o disposto na Nota para os Oficiais na Regra 11.2.1 e Nota para os Oficiais C e D depois da Regra 11.2.2. Apelações rejeitadas ou intervenção do Árbitro de acordo com a Regra 20.4 são consideradas em cada situação específica a seguir.

 Nota para os Oficiais Gesticular não é um apelo.

11.1 Apelos no saque

11.1.1 Se o Marcador marcar "Falta", "Foot-Fault", "Not Up", "Baixa" ou "Fora" no saque, o sacador pode apelar. Se o apelo for aceito, um let deverá ser concedido.

11.1.2 Se o Marcador deixar de marcar "Falta", "Foot-Fault", "Not Up", "Baixa" ou "Fora" no saque, o recebedor pode apelar imediatamente ou no fim da jogada, se o recebedor tiver golpeado ou tentado golpear a bola. Se na opinião do Árbitro, o saque não tenha sido bom, o Árbitro deve parar o jogo imediatamente e conceder a jogada ao recebedor.

11.2 Apelos durante o jogo, não decorrentes do saque

11.2.1 Se o Marcador tiver anunciado "Not Up", "Baixa" ou "Fora" depois da devolução de um jogador, o jogador poderá apelar. Se o apelo for aceito, o Árbitro deverá conceder um let, exceto se, na opinião do Árbitro: - O anúncio do Marcador tiver interrompido uma jogada vencedora, o Árbitro deve conceder a jogada ao jogador. - O anúncio do Marcador tiver interrompido ou impedido uma jogada vencedora pelo adversário, o Árbitro deverá conceder a jogada ao adversário. Nota para os Oficiais No último caso o Árbitro também deverá conceder um stroke ao adversário, se estiver em dúvida se a chamada do Marcador estava correta.

11.2.2 Se o Marcador não anunciar "Not Up", "Baixa" ou "Fora" depois da devolução de um jogador, o adversário pode apelar imediatamente ou no fim da jogada, se o adversário tiver disputado ou tentado golpear a bola. Se, na opinião do Árbitro, a devolução não foi boa, o Árbitro deve interromper a jogada imediatamente e conceder um stroke ao adversário.

Nota para os Oficiais

A. Nenhum apelo pode ser feito após a devolução de um saque em relação a qualquer coisa que tenha ocorrido antes daquele saque, exceto o previsto na Regra 14.3.

B. Quando o perdedor faz mais de um apelo em relação ao rally, o Árbitro deverá considerar cada apelo (o rally pode ter sido ganho por qualquer método descrito na Regra 8. Strokes).

C. Se a chamada do Marcador de "Foot Fault", "Falta", "Not Up", "Baixa" ou "Fora" em um serviço for apelada, mas o mesmo serviço subseqüentemente vai "Not Up", "Baixa" ou "Fora", então o Árbitro deverá basear-se na ocorrência subseqüente.

D. Se a chamada do Marcador de "Not Up", "Baixa" ou "Fora" em um retorno for apelada, mas o mesmo retorno subseqüentemente vai "Not Up", "Baixa" ou "Fora", o árbitro deverá então basear-se na ocorrência subseqüente.

12. INTERFÊRENCIA

12.1 O jogador que tiver na sua vez de golpear a bola, tem que estar totalmente livre de interferência pelo adversário.

12.2 Para evitar a interferência, o adversário deverá fazer o máximo esforço para permitir ao jogador:

12.2.1 Acesso direto a bola desobstruído..

12.2.2 Uma razoável visão da bola.

12.2.3 Liberdade para golpear a bola.

12.2.4 Liberdade de golpear a bola diretamente para qualquer parte da parede frontal.

12.3 Interferência ocorre se o adversário falhar em preencher qualquer destes requisitos da Regra 12.2, independente se o adversário faz o máximo esforço para cumprir tais requisitos.

Nota para os Oficiais

(G7) A. Na 12.2.1 o adversário deve se mover para permitir ao jogador direto acesso a bola, no instante seguinte que o adversário tenha feito a sua jogada, i.e. na conclusão de um movimento razoável da raquete. O jogador deve também fazer o máximo esforço para chegar na bola. B. Na 12.2.2 visão razoável da bola se aplica somente ao rebote vindo da parede frontal.

(G8) C. Na 12.2.3 liberdade para golpear a bola requer que o adversário permita que o jogador tenha uma razoável distância para a armação do golpe com a raquete sendo levada para trás, para atingir a bola e para continuar o movimento. Interferência causada por um movimento excessivo ao armar a jogada, não resulta em stroke àquele jogador. Após o golpe, se o movimento do jogador for excessivo, pode causar interferência ao adversário quando este passa a ter a vez de golpear a bola. 12.4 Um jogador encontrando uma possível interferência, tem a escolha de continuar a jogar ou de parar e apelar ao Árbitro.

(G9) 12.4.1 O método correto de apelo, sendo um let ou um stroke visto pelo jogador, é com as palavras "Let please" ou "Let por favor".

(G10) 12.4.2 Um apelo pode ser feito somente pelo jogador (a pessoa que estiver na sua vez de golpear a bola). O apelo deve ser feito ou imediatamente que ocorrer a interferência, ou, onde o jogador claramente não continuar com a jogada no momento da interferência, sem demora.

12.5 O Árbitro deve decidir sobre o apelo e deve anunciar a decisão com as palavras "No let", "Yes let" ou "Stroke para ... (nome do jogador beneficiado)". Ao avaliar a situação, a opinião relevante é a do Árbitro e a decisão do Árbitro deve ser a final.

12.6 O Árbitro não deve conceder um let e o jogador deve perder a jogada se:

12.6.1 Não houve interferência.

12.6.2 Interferência ocorreu mas tanto o jogador não poderia ter feito um bom retorno ou o jogador não fez o máximo esforço para chegar na bola.

12.6.3 O jogador aceitou claramente a interferência e continuou a jogada.

(G11) 12.6.4 O jogador criou a interferência ao se dirigir para a bola.

12.7 O Árbitro deve conceder um let se tiver ocorrido interferência onde o adversário tiver feito o máximo esforço para evitar e o jogador poderia ter feito um bom retorno.

12.8 O Árbitro deve conceder um stroke para o jogador se:

12.8.1 Houve uma interferência onde o adversário não fez o máximo esforço para evitar e o jogador teria feito um bom retorno.

12.8.2 Houve uma interferência onde o adversário fez o máximo esforço para evitar e o jogador teria feito uma jogada vencedora.

12.8.3 O jogador reteve o golpe que iria dar na bola, que se o tivesse feito, iria claramente ter atingido o adversário indo diretamente para a parede frontal; ou para a parede lateral mas em quaisquer dos casos teria sido uma jogada vencedora (a não ser nos casos de "turning" ("giro"), bola dando a volta no adversário, ou tentativas posteriores).

12.9 O Árbitro tem também o poder de conceder um let de acordo com a Regra 12.7 ou conceder um stroke de acordo com a Regra 12.8 sem um apelo ter sido feito, e se necessário, parar a jogada para isso.

12.10 O previsto na Regra 17. Conduta Na Quadra, pode ser aplicado em situações de interferência. O Árbitro deve, parando a jogada se esta já não estiver cessada, aplicar a penalidade apropriada se:

12..10.1 O jogador tiver feito contato físico desnecessário com o adversário ou vice versa.

12.10.2 O jogador colocou em perigo o adversário com um movimento excessivo da raquete.

13. LETS

Em adição aos lets concedidos de acordo com outras regras, lets podem ou devem se concedidos em outros certos casos. Qualquer pedido por um let deve ser antecedido pelas palavras "Let Please".

13.1 Um let poderá ser concedido:

13.1.1 Se a bola em jogo tocar qualquer objeto que esteja no chão.

Nota para os Oficiais O Árbitro deve se assegurar que nenhum objeto seja deixado no chão ou dentro da quadra.

(G13) 13.1.2 Se o batedor decidir não golpear a bola devido a um razoável receio de ferir o adversário.

Nota para os Oficiais Isto deverá incluir o caso do batedor que quiser rebater a bola na parede do fundo.

13.1.3 Se, na opinião do Árbitro, qualquer dos jogadores for distraído por uma ocorrência dentro ou fora da quadra.

13.1.4 Se, na opinião do Árbitro, as condições da quadra tiverem afetado o resultado da jogada.

13.2 Um let deverá ser concedido:

13.2.1 Se o recebedor não estiver preparado e não tentar devolver o saque.

13.2.2 Se a bola furar durante a jogada.

13.2.3 Se o Árbitro for solicitado para decidir um apelo e for incapaz de fazê-lo.

13.2.4 Se um bom retorno foi feito mas ou se a bola ficar presa em qualquer parte válida da quadra impedindo que ela pule mais além do toque da quadra, ou a bola tiver saído da quadra com o impulso do primeiro toque no chão.

13.3 Se o batedor apelar por um let de acordo com as Regras 13.1 (1 a 4), para que seja concedido um let o batedor deveria estar em condições de ter feito um bom retorno. Para um apelo do não-batedor de acordo com as Regras 13.1.1, 13.1.3 e 13.1.4 isto não é um requisito.

13.4 Nenhum let deve ser concedido de acordo com as Regras 13.1.2 e 13.2.1, se o batedor tiver feito uma tentativa de golpear a bola, mas pode ser concedido de acordo com as Regras 13.1.1, 13.1.3, 13.1.4, 13.2.2, 13.2.3 e 13.2.4.

13.5 Os requisitos dos apelos de acordo com a Regra 13 são:

13.5.1 Um apelo do jogador é necessário para um let ser concedido de acordo com as Regras 13.1.2 (batedor somente), 13.1.3, 13.2.1 (batedor somente) e 13.2.3.

13.5.2 Um apelo do jogador ou intervenção do Árbitro sem apelo é aplicado para as Regras 13.1.1, 13.1.4, 13.2.2 e 13.2.4.

14. A BOLA

14.1 A qualquer momento, quando a bola não estiver efetivamente em jogo, ela poderá ser substituída por uma nova por consentimento mútuo dos jogadores ou por pedido de qualquer um deles, a critério do Árbitro. Nota para os Oficiais Qualquer jogador ou o Árbitro pode examinar a bola em qualquer ocasião em que a mesma não estiver em jogo, a fim de verificar o seu estado.

14.2 Se a bola furar durante o jogo, deverá ser imediatamente substituída por uma outra bola. Nota para os Oficiais O Árbitro decidirá se uma bola está furada ou não.

14.3 Se a bola estiver furada mas tal fato não tiver sido estabelecido durante a disputa de uma jogada, um let para a jogada durante a qual a bola furou deverá ser concedido, se o recebedor apelar antes do próximo saque ou se ele apelar antes de tentar responder aquele saque. Nota para os Oficiais (G14) Se o recebedor apelar antes de tentar fazer o retorno do saque e, na opinião do Árbitro, a bola furou durante aquele saque, o Árbitro poderá conceder um let para aquela jogada somente, mas se estiver em duvida, poderá conceder um let para a jogada anterior.

14.4 O previsto na Regra 14.3 não é aplicado para o última jogada do game. Um apelo deve ser feito imediatamente após a jogada.

14.5 Se um jogador parar durante uma jogada para indicar que a bola esta furada, apenas para averiguar logo depois que ela não esta furada, estão aquele jogador perderá a jogada.

14.6 Entre games a bola poderá permanecer na quadra a não ser que a sua remoção seja permitida pelo Árbitro.

15. AQUECIMENTO

15.1 Imediatamente antes do início da partida, os dois jogadores juntos poderão estar na quadra do jogo, por um período de 5 minutos, com o propósito do aquecimento da bola a ser usada na partida. Após dois minutos e meio de aquecimento, o Árbitro deverá anunciar "Half Time" ou "Meio Tempo" e providenciará que mudem de lado, salvo decisão contrária por acordo mútuo. O Árbitro deverá anunciar também quando o período de aquecimento tiver terminado com a expressão "Tempo" ou "Time".

15.2 Quando uma bola for substituída de acordo com a regra 14 ou quando a partida for reiniciada após uma demora considerável, o Árbitro poderá permitir que a bola seja aquecida à condição de jogo. O jogo será reiniciado aordem do Árbitro ou por acordo mútuo entre os jogadores, o que ocorrer em primeiro lugar. Nota para os Oficiais O Árbitro deverá assegurar que os dois jogadores aqueçam a bola justamente (Regra 15.1 a 15.2). Um aquecimento injusto será considerado com a aplicação da regra 17.

15.3 A bola pode ser aquecida pelos jogadores ao final do aquecimento de 5 minutos e início do jogo, entre games e quando o adversário estiver trocando de equipamento.

16. CONTUSÃO

 16.1 Se acontecer uma contusão num jogador o Árbitro poderá decidir se a categoria da contusão é:

16.1.1 Auto-contundido (onde o adversário não contribuiu para a contusão do jogador, a não ser como descrito na Nota C).

16.1.2 Contribuída (onde o adversário acidentalmente contribuiu para, ou acidentalmente causou a contusão no jogador).

16.1.3 Contundido pelo Adversário (onde uma jogada perigosa ou ação deliberada do adversário causou a contusão).

Nota para os Oficiais

A. Em qualquer situação de contusão, o Árbitro determinará se a contusão é genuína.

B. Tendo decidido que a contusão existe, o Árbitro poderá informar aos dois jogadores a categoria da contusão, e os requisitos das regras que a ela são aplicadas.

C. Na Regra 16.1.2, o Árbitro não deve interpretar as palavras "contribuído acidentalmente para" ou "causada acidentalmente por" para incluir a situação onde a contusão no jogador foi o resultado daquele jogador estar desnecessariamente numa posição muito próxima do adversário.

16.2 Para uma auto-contusão (Regra 16.1.1) o Árbitro poderá conceder ao jogador contundido três minutos para se recuperar da contusão. Este intervalo de tempo pode ser extendido a critério do Árbitro somente se a contusão envolver visualmente corrimento de sangue. O Árbitro poderá anunciar "Tempo" ao final do período de três minutos e ao final de qualquer tempo adicional permitido. Se o jogador contundido não tiver retornado a quadra quando "Tempo" for anunciado, o Árbitro poderá conceder a partida ao adversário.Se o jogador necessitar de um período adicional para se recuperar, além do período total permitido pelo Árbitro, o Árbitro poderá pedir que o jogador contundido continue a jogar; ou conceder um game, aceitar o intervalo de tempo disponível e então ou continuar o jogo ou conceder a partida.

16.3 Para uma contusão contribuída (Regra 16.1.2), o Árbitro poderá conceder uma hora ao jogador contundido para se recuperar, ou um tempo adicional se necessário dentro do cronograma da competição. O jogador contundido deve, no final deste período de tempo, continuar a jogar ou conceder a partida. Se o jogo continuar, o placar que estava naquela jogada que ocorreu a contusão poderá permanecer, exceto se o jogo continuar em outro dia, a partida poderá ser reiniciada, se ambos jogadores concordarem.

16.4 Para uma contusão causada pelo adversário (Regra 16.1.3) o Árbitro poderá aplicar uma penalidade apropriada da Regra 17, exceto se o jogador contundido necessitar de tempo para se recuperar, o Árbitro poderá conceder a partida para o jogador contundido.

16.5 Independente da categoria da contusão, ou da doença ou incapacidade, o jogador não poderá continuar a jogar enquanto o machucado que estiver sangrando continuar descoberto, ou se o sangramento for visível tanto no curativo, ou em qualquer parte do corpo dos jogadores, ou com manchas de sangue nas roupas.

16.6 Um jogador contundido, tendo sido permitido um tempo para se recuperar, pode continuar a jogar antes do tempo permitido acabar, desde que o adversário também estiver pronto para jogar.

16.7 Se um jogador continuar a jogar, tendo tratado do sangramento resultante de uma contusão contribuída, e aquele machucado começar a sangrar outra vez, o Árbitro poderá então considerar isto como a categoria de auto-contusão, e o previsto na regra 16.2 poderá ser aplicado.

16.8 Se um jogador continuar a jogar, tendo tratado do sangramento resultante de uma auto-contusão, e aquele machucado começar a sangrar outra vez, o Árbitro poderá exigir ao jogador que ele conceda a partida; ou conceda um game, aceitar o intervalo de tempo disponível, e então ou continuar a jogar ou conceder a partida.

16.9 Se um jogador reclamar de uma contusão e o Árbitro não estiver convencido que a contusão ocorreu, o Árbitro poderá pedir ao jogador para continuar a jogar; ou conceder um game, aceitar o intervalo de tempo disponível e então ou continuar a jogar ou conceder a partida.

17. CONDUTA EM QUADRA

 Se o Árbitro considerar que o comportamento de um jogador em quadra foi de intimidação ou ofensivo com o adversário, oficial ou espectador, ou poderia de qualquer forma desonrar o jogo, o jogador poderá ser penalizado.

(G16) Ofensas que podem ser tratadas de acordo com esta regra incluem obscenidades audíveis ou visíveis, abuso verbal ou físico, discordar do Marcador ou Árbitro, abuso da raquete, bola ou quadra, e instruções, a não ser durante o intervalo entre os games. Outras ofensas incluem contato físico desnecessário e movimento excessivo da raquete (Regra 12.10), aquecimento injusto (Regra 15.2 Nota aos Oficiais), demora para voltar para a quadra (Regra 7.4 Nota aos Oficiais A e B), ação ou jogo perigoso (Regra 16.1.3) e ‘Fazer Cera" (Regra 7.6).

(G17) Para estas e qualquer outra ofensa que, na opinião do Árbitro, justifica a aplicação desta regra, uma das seguintes penalidades previstas pode ser aplicada. Advertência pelo Árbitro (chamado Advertência de Conduta). Ponto concedido ao adversário (chamado Ponto de Conduta) Game concedido ao adversário (chamado Game de Conduta) Partida concedida ao adversário (chamado Partida de Conduta)

Nota para os Oficiais

A. Se o Árbitro parar o jogo para dar uma advertência, um let poderá ser concedido.

B. Se o Árbitro parar a jogada para conceder um Ponto de Conduta, aquele ponto concedido se torna o resultado da jogada. Se o Árbitro conceder um Ponto de Conduta no final de uma jogada, o resultado da jogada permanece e o Ponto de Conduta concedido é adicionado mas sem mudança do lado do saque. Um Ponto de Conduta concedido após o final de um game poderá ser adicionado no game seguinte..

C. Se o Árbitro conceder um game, aquele game poderá ser o que estiver sendo jogado ou o próximo game, se nenhum estiver em andamento, em que o intervalo entre os games poderá não ser aplicado. O jogador ofensor permanecerá com os pontos conquistados no game concedido.

 18. CONTROLE DA PARTIDA

 Uma partida é normalmente controlada por um Árbitro, auxiliado por um Marcador. Uma pessoa pode ser designada para executar as funções de Árbitro e Marcador. Após tomar a sua decisão, o Árbitro deverá anunciá-la aos jogadores e o Marcador deverá repetí-la com o placar subsequente.

A. Posição correta para arbitrar e marcar uma partida de squash é aquela localizada no centro da parede do fundo, mais perto fisicamente possível, acima da linha da parede do fundo, e preferivelmente com um assento. Nota para os Oficiais (G18) A. É aconselhável ter Oficiais em separado para fazer os papeis de Marcador e Árbitro.

B. Jogadores não podem requerer a troca de Marcador ou Árbitro. O Árbitro Geral é o único que tem o direito de recolocar um Marcador ou Árbitro antes ou depois de começada a partida.

19. DEVERES DE UM MARCADOR

O Marcador deverá anunciar o jogo, seguido do placar, com o placar do sacador em primeiro lugar. O Marcador deverá anunciar "Falta", "Foot fault", "Not up", "Baixa", "Fora", "Troca" e "Para" quando apropriado e deverá repetir as decisões do Árbitro. (G19) 19.2 Se o Marcador fizer uma chamada, a jogada deverá cessar.

Nota para os Oficiais O marcador, se não tiver a visão da jogada ou estiver incerto, não deverá fazer nenhuma chamada.

19.3 Quando a jogada cessar o Marcador, se não tiver visto a jogada ou estiver incerto, deve avisar aos jogadores e pedirá ao Árbitro para tomar a decisão apropriada; se o Árbitro estiver incerto, um let deve ser concedido. (G20) Nota para os OficiaisMarcadores devem usar chamadas reconhecidas, incluindo quando a jogada estiver parada. (Apêndice 2.2).

20. DEVERES DE UM ÁRBITRO

(G21) 20.1 O Árbitro deverá concordar ou discordar dos apelos por lets, e conceder pontos; tomar decisões onde exigir o uso das regras, incluindo todos os casos quando o não batedor é atingido pela bola, e para as contusões; e decidirá todos os apelos incluindo aqueles contra a marcação do Marcador ou na falta da marcação. A decisão do Árbitro deverá ser a final.

20.2 O Árbitro exercerá controle:

(G22) 20.2.1 Em apelo de um dos jogadores, incluindo um apelo contra qualquer especificação.

20.2.2 Para assegurar que todas as regras relevantes estão sendo aplicadas corretamente.

20.3 O Árbitro, não deve intervir no anúncio do placar feito pelo Marcador, a não ser que, na opinião do Árbitro, o placar foi anunciado incorretamente, e no caso o Árbitro deve fazer com que o Marcador anuncie o placar corretamente. Nota para os Oficiais Tanto o Marcador e o Árbitro são obrigados a anotar o placar.

20.4 O Árbitro não deve intervir nos anúncios feitos pelo Marcador durante a partida, a não ser que, na opinião do Árbitro, o Marcador cometeu um erro ao parar a jogada ou por deixar que a jogada continue, e no caso o Árbitro dever aplicar a regra imediatamente.

20.5 O Árbitro é responsável por garantir que todas as regras relativas ao tempo sejam estritamente cumpridas.

20.6 O Árbitro é responsável por garantir que as condições da quadra sejam satisfatórias para o jogo.

20.7. O Árbitro pode conceder a partida para um jogador cujo adversário falha em estar presente na quadra, pronto para jogar, no limite de dez minutos do horário previsto para a partida.

APÊNDICE 1

GUIA OFICIAL DE INTERPRETAÇÃO DAS REGRAS PARA JOGADORES E ÁRBITROS

Os números do guia são referência nas regras CONTEÚDO Introdução

G1 Troca De Equipamento

G2 Doença Ou Contusão Em Quadra

G3 "Fazendo Cera"

G4 Objeto Caído

G5 Jogador Atingido Pela Bola

G6 Preparando-se Para Bater Na Bola

G7 Fazendo O Maior Esforço

G8 Momento Do Apelo

G9 Método Do Apelo

G10 Apelo Antecipado

G11 Interferência Provocada (Criada)

G12 Contato Físico Desnecessário

G13 Apelos Por Medo De Contusão

G14 Bola Furada

G15 Auto-Contusão

G16 Instruindo e Controle da Platéia

G17 Progressão das Penalidades

G18 Oficial Único

G19 Chamada dos Marcadores

G20 Guia do Marcador

G21 Dirigindo-se aos Jogadores

G22 Explicações pelos Árbitros

Fonte: Squash Brasil

 

Ranking

A World Squash Federation é a entidade máxima do esporte squash.

www.worldsquash.org

A Confederação Brasileira de Squash foi oficialmente fundada em 21 de junho de 1991 na sede do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) com apoio do então presidente, André Gustavo Richer, e do presidente da Confederação Brasielira de Desportos Terrestres (CBDT), Aloisio Amorim.

Atualmente a Confederação conta com 12 federações filiadas.

www.squashbrasil.org

 

Equipamentos

 

Torneios

Este espaço é destinado para a divulgação dos principais torneios da modalidade. As Academias, clubes e locais de prática que estão cadastrados no Club Racket também podem divulgar seus torneios no portal.


Data: 19 a 21/08/2011
Datas:26, 27 e 28/08/2011
Data de inscrição: 12/08/2011
Inscrições: até 23/08/2011
Lugar: Academia One
Lugar: SquashABC - ASPM - Santo André
Tipo de evento: 1º Joinville Brasil Open de Squash
Tipo de evento: Circuito Regional Squash ABC

Organizador/responsável: FCS  www.fcsquash.com.br


Organizador/responsável: Squash ABC
Taxa de Inscrição: 1 Cat R$ 40,00. 2 Cat R$ 60,00
Taxa de Inscrição: R$ 50,00 para 1 Cat, R$ 75,00 para 2 Cat.

Exibir mapa ampliado>Exibir mapa ampliado
 
Exibir mapa ampliado>Exibir mapa ampliado

Data: 16 a 20/03/2011
Datas: 1, 2 e 3/07/2011
Data de inscrição:
Inscrições: até 29/06/2011
Lugar: Clube Paineiras
Lugar: Academia Squash e Fitness em Porto Alegre
Tipo de evento: 1ª Etapa do Estadual Paulista
Tipo de evento: 3ª Etapa Circuito Gaucho - Etapa Bronze - Profissional
Organizador/responsável: Federação Paulista de Squash
Organizador/responsável:
Taxa de Inscrição: 70,00
Taxa de Inscrição: R$ 45,00 para uma Cat, R$ 70,00 para 2 Cat.

Exibir mapa ampliado
 
Exibir mapa ampliado

Eventos

 Espaço para a divulgação de eventos referente a modalidade dos usuários cadastrados no Club Racket.

Onde Treinar



A Tênis&Cia., localizada em Santo André, possui uma das melhores infra-estruturas das academias da região do ABC. Engloba a maioria dos esportes em um só lugar e oferece lazer para que toda a família possa praticar atividade física, e se quiserem, no mesmo horário. Uma função que poucas academias disponibilizam, mais característica em clubes.

Presente no mercado há 10 anos, e sob nova direção desde o inicio de 2006, a Tênis&Cia. sabe muito bem o que é necessário para unir, saúde, beleza e lazer. São 6 quadras de tênis, 3 paredões, 2 churrasqueiras ao lado das quadras, 1 churrasqueira para eventos, 2 quadras de squash, ampla sala de musculação, salas de ginástica, pilates, boxe, fisioterapia e estética, lanchonete e loja de artigos esportivos.

Além de possuir estacionamento próprio com seguranças de plantão. A afinidade com o tênis não pode ser escondida e nem dispensada. Os três sócios e proprietários da Tênis&Cia., estão ligados ao esporte desde crianças e cultivam através do trabalho, uma de suas paixões.

Rua São Francisco, 55
Valparaíso - Santo André - São Paulo
Fone: 4438-0855
(Veja o mapa)

Biblioteca

O objetivo da Biblioteca é dar sugestões indicadas pelos usurários do Club Racket de bons livros, textos e artigos referente a modalidade.

Título: Squash - A History of the game (Inglês)
Autor: George Plimpton e James Zug
Editora:Simon & Schuster
Sinopse:
James Zug com acesso aos arquivos privados de jogadores faz uma retrospectiva da História do Squash desde a década de 1850. Este livro enfoca a biografia de personalidades lendárias do squash.
Indicado por quem: Club Racket

Título: Steps to Sucess (Inglês)
Autor: Philip Yarrow
Editora: Human Kinetics
Sinopse:
Se você é um jogador iniciante ou intermediário, o livro Squash - Passos para o sucesso vai ajudá-lo a desenvolver fundamentos sólidos auxiliando o seu desenvolvimento no seu próprio rítmo, aprendendo a manobrar o seu adversário na quadra e competindo com confiança. O autor Philip, cresceu jogando Squash na sua cidade natal na Inglaterra. Foi 2 vezes campeão Nacional dos EUA.
Indicado por quem: Club Racket

Curiosidades


SQUASH - Esporte mais saudável segundo a Revista FORBES.

No ano passado a Revista Forbes publicou uma matéria sobre modalidades esportivas que trazem benefícios à saúde.

Na sua pesquisa concluíram que a prática de 30 minutos de Squash proporciona excelente benefícios cardio-respiratórios, ganho de resitência muscular nos membros inferiores e flexibilidade.

Confira a matéria no link abaixo.

Fonte: Revista Forbes

 

Notícias Squash

SQUASH DE OLHOS NOS JOGOS ABERTOS

Data: 07/11/2011

O presidente da Fesporte, Adalir Pecos Borsatti, é constantemente procurado para aceitar o ingresso de novas modalidades nos Jogos Abertos de Santa Catarina.

Há uma em especial que está bastante articulada e sonha alto já para 2012.

"Nada mais justo que o squash seja esporte de demonstração nos Jasc de Caçador e sejamos efetivados em 2013", afirma o presidente da Federação Catarinense de Squash (FCS), Nelson Neto.

"Estamos em todas as mesorregiões de Santa Catarina e contamos com onze etapas no Estadual".

Neto lembra ainda que, em abril de 2013, o Comitê Olímpico Internacional confirmará o ingresso do squash no rol de modalidades olímpicas.

"Já estamos nos Jogos Pan Americanos e o Brasil trouxe até um bronze de Guadalajara".

Como parte da candidatura que está sendo apresentada à Fesporte, a FCS realizou no final de semana, em Criciúma, a nona etapa do Catarinense de Squash com atletas de Florianópolis, Lages, Porto Alegre e Criciúma.

Os destaques foram os criciumenses Diego de Paula, Fabrício Fernandes e Fábio de Souza.

A disputa aconteceu no City Club.

Colaboração: Simone Moreira / Comunicação FCS

Fonte: ENGEPLUS

 

 

SQUASH É CAMPEÃO NA QUEIMA DE CALORIAS

Data: 06/09/2011

São poucas as modalidades capazes de secar as gorduras com a mesma eficácia do squash, mas os professores alertam: os totalmente sedentários não devem recorrer, de cara, ao jogo

Por: Grasielle Castro - CorreioBraziliense

Está difícil encontrar algum esporte capaz de desbancar o squash do topo do ranking das atividades físicas que mais ajudam na perda de peso.

Praticando o esporte, que carrega características do tênis e é jogado em quadra fechada, pode-se perder até 1,2 mil calorias em uma hora.

O mesmo tempo de corrida em ritmo pesado, por exemplo, faz com que uma pessoa perca, em média, 900 calorias.

Não exatamente popular, o squash ainda busca seu espaço.

Atualmente, há três locais em que se pode praticar o esporte na cidade.

O dono de um desses espaços, o supercampeão e professor de squash Mário de Oliveira diz que o esporte é mais fácil que tênis e golfe. “E não tem muita regra”, brinca Mário.

São necessárias apenas raquete e bolinha. Embora os jogos ocorram em dupla, é possível até praticar sozinho.

Outra vantagem, de acordo com o atleta, é que a atividade emagrece sem clima de academia. E foi isso que levou o dentista Mayronm Fonte, 25, a entrar no squash.

Há três anos, quando começou a praticar o esporte, pesava 120 quilos, hoje não passa dos 90kg. O dentista diz que o esporte foi o seu principal aliado na luta contra a balança.

 “Não consigo imaginar minha vida sem esse esporte, isso já faz parte da minha rotina. Costumo jogar duas horas por dia de quatro a cinco vezes por semana.”

No entanto, não é necessária uma carga tão pesada quanto a de Mayronm para conseguir bons resultados.

Geralmente, o indicado é apenas meia hora de exercício.

 “Squash é jogo rápido. Em pouco tempo, é possível perder muitas calorias. E é uma atividade divertida.

Por ser rápido e de precisão, sempre dá jogo”, assegura Mário. Além de ajudar na perda de peso, a prática do esporte é recomendada para quem quer aliviar o estresse e enrijecer a musculatura.

Para as mulheres, há ainda outro apelo, o fato de malhar principalmente glúteos e perna.

Aos que têm medo de ficar com apenas um braço malhado, Mário conta que joga há 39 anos e quase não vê diferença entre seus braços.

Na área da saúde, existe a vantagem de trabalhar o sistema cardiovascular. O engenheiro civil André Gomide, 25 anos, aposta na modalidade por ser um exercício que trabalha a questão da saúde e pela eficiência na hora de manter o peso.

“Comecei a fazer aula há 10 anos e encaro o esporte como um exercício completo. Não tenho problemas com ganhar peso porque sei que vou perdê-lo aqui”, diz.

Embora conte com muitas facilidades, o esporte não é exatamente a melhor escolha para os sedentários. O professor de squash Bruno Bolzan diz que muita gente começa a jogar e para no primeiro mês por não conseguir levar adiante o ritmo puxado.

“Entrar na quadra é uma boa opção para quem não é completamente parado”, alerta. Bolzan pratica a atividade há mais de 18 anos e diz que nesse período já viu muita gente começar a jogar e a se machucar.

“Há casos de quem não está acostumado a fazer exercício e não consegue se controlar direito”, conta.

Para evitar esse tipo de problema, ele indica aos iniciantes que em paralelo tenham acompanhamento de academia.

Fonte www.superesportes.com.br

 

 

 

DEFINIDA A EQUIPE DE SQUASH BRASILEIRA

Data: 02/09/2011

Confederação Brasileira de Squash após as seletivas masculina e feminina cofirma a equipe de squash com a seguinte formação.

Delegado Técnico e Chefe de Equipe: Sr. Roberto Mori

Treinadora Feminino: Sra. Karen Redfern

Treinador Masculino: Sr. Fernando Cechin

Equipe Feminina:

Thaisa Serafini

Mariana Pontalti

Marina Costa

Reserva: Juliana Pereira

Equipe Masculina:

Rafael Alarcon

Vinicius Rodrigues

Vinicius Costa

Reserva: Manoel Pereira

Em setembro serão realizados testes físicos para avaliação dos atletas convocados para verificar a real condição de cada um.

Fonte: Ofício CBS / 0012 – 2011 – Sr. Nelson Neto – Presidente da CBS