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Tênis de Mesa

História

A Origem do Tênis de Mesa

Três dos modernos jogos populares de raquete descendem diretamente do antigo jogo medieval de “Tênis”, que costumava ser jogado tanto ao ar livre quanto em espaços fechados. Todos nasceram e evoluíram na Inglaterra durante a Segunda metade do Século XIX: o Tênis de Campo, praticado com uma bola mais macia – Borracha coberta de felpo, em terrenos gramados; o Tênis de Mesa (do mesmo modo um passatempo social) em salas comuns; e Badminton, no qual usava-se uma peteca no lugar de uma bola. Todos os 3 são hoje em dia esportes atléticos que exigem rapidez e destreza.  
 
As primeiras lembranças registradas do Tênis de Mesa revelam um jogo rude iniciado por estudantes universitários com livros dispostos no lugar de uma rede , e por militares que o praticavam com equipamentos improvisados no país e no exterior. A primeira menção de um catálogo de produtos esportivos é de F.H. Avres, 1884. A mais primitiva patente até agora encontrada em conexão com o jogo foi a no. 19.070 de 1891, de Charles Baxter de Moreton – in – the Marsh, Gloucestershire, England. 
 
Raquetes podiam ser de madeira, papelão ou tripa animal, coberturas algumas vezes por cortiça, lixa ou tecido; bolas de cortiça ou borracha, redes de diferentes alturas, algumas vezes consistindo de apenas um simples fio; mesas em diferentes tamanhos, partidas com contagens de 10, ou 20, ou 100, saque com um quique inicial na metade da mesa do sacador (o atual sistema), ou diretamente na outra metade da mesa de encontro a um espaço limitado ou não, porém com a obrigatoriedade do sacador estar afastado da linha de fundo da mesa. Nunca figuravam menos de 4 tipos diferentes de duplas. E em qualquer caso, o que era virtualmente o mesmo tipo de jogo tinha muitos nomes. 
 
Nesse mesmo séc. XIX, um corredor de maratonas inglês aposentado – James Gibb – voltou de uma viagem de negócios dos Estados Unidos com bolas de celulóide de brinquedo, que ele imaginou pudessem ser úteis para esse jogo em seu país. Ouvindo-as serem golpeadas por raquete oca, de cabo longo e feita de pergaminho (pele de carneiro), então popular, associou os sons produzidos pela bola na raquete com as palavras pingue-pongue, dando origem ao nome do jogo. Ele submeteu esse nome ao amigo-vizinho John Jaques fabricante de produtos de esporte de Groydon. Este registrou-o através do mundo (os direitos para “USA” foram mais tarde vendidos de Jaques para Parker Bros) e ajudado por esse feliz coloquialismo, o jogo passou a ser uma mania elegante na virada do século. 
 
Tão rápido quanto cresceu ele morreu, e permaneceu quiescente na Grã Bretanha por 18 anos. O colapso talvez possa ser atribuído a várias causas: o grande número de sistemas de jogos rivais e supostos organizadores (nada menos de 14 livros de instruções são registrados no Catálogo da Biblioteca do Museu Britânico, que foram confeccionados neste curto período), uma certa monotonia do jogo quando jogado com equipamento inadequado e a invenção (em 1902) da borracha com pinos para a superfície da raquete, possibilitando tão grande efeito e velocidade que criou um enorme e imediato abismo entre experts e estreantes. 
 
Um programa maior ocorreu na Europa Central. Em 1905/1910 o jogo foi introduzido em Viena e Budaqpeste por um representante de máquinas de escrever e futebolista amador – Edward Shires. Mesmo anteriormente (provavelmente em 1889) – implementos para jogar o Tênis de Mesa chegaram ao Japão, vindod a Grã Bretanha, o que resultou numa peculiar distribuição que durou, na China, Coréia e Hong-Kong, até final de 1920. Mas ambos esses transplantes vieram produzir sementes importantes em etapas posteriores da história. 
 
O Renascimento foi iniciado na Inglaterra e em seguida no país de Gales. Em 1922, após a 1ª Guerra Mundial, J.J. Payne de Luton, um organizador dos velhos tempos, e Percival Bronfield de Beckenham, um campeão nacional inglês adolescente em 1904, seguidos por ª F. Carris de Machester, como também por outros veteranos e novatos ( o assinante dessa carta sendo um desses), formaram uma Associação de pingue-pongue mas, encontrando-se legalmente impedidos por uma marca registrada, dissolveram-se incontinenti e se reorganizaram no mesmo dia sob o velho nome do jogo. Eles redigiram cuidadosamente as regras do jogo, com o intuito de obter sua aceitação nacional por todos os adeptos, e estimularam a criação e venda de alto padrão de equipamentos. O sistema de duplas escolhido foi o que era praticado em outras épocas em Manchester. Quatro anos mais tarde as regras tiveram penetração e foram de boa vontade aceitas no exterior. O Código então tornou-se a base das regras internacionais, e o nome Tênis de mesa o oficial, quando a I.T.T.F. foi fundada em 1926. As modificações do jogo adotadas desde então têm sido: 
- A altura da rede de 6,34” por 6”. 
- A proibição do uso da mão livre para criar efeito no saque (uma invenção dos EUA nos anos de 1930). 
- A padronização parcial da raquete; a regra atual estabelece uma lâmina simples de madeira, ou coberta diretamente por uma borracha com pinos, ou por “sandwich” (uma camada de borracha de esponja por baixo dessa cobertura). 
- Uma regra de limite de tempo (adaptada a regra da U.S.T.T.A.), limitando a duração dos sets (21 pontos) em 15 minutos. 
 
Com base nessas regras o diminuto espaço e tempo requeridos, em comparação com muitos outros esportes atléticos, o Tênis de Mesa em 76 tornou-se um esporte de massa, com 124 Associações filiadas à I.T.T.F., muitas delas com centenas de milhares de jogadores filiados (URRS e China: respectivamente, mais do que um milhão e mais do que 2 milhões).


Fonte: A origem do tênis de mesa


No Brasil

 As pesquisas que realizamos para fixar as origens levaram-nos a conclusões que não devem ser tomadas como definitivas, principalmente porque nos limitamos ao Rio de Janeiro e São Paulo, conseguindo nestes dois centros recuar até 1905. Entretanto, os dados coletados são verídicos, fornecidos pelo Sr. Lido Piccinini (SP), comprovados por recortes de jornais e outros documentos existentes nos arquivos destes desportos, a quem apresentamos nossos agradecimentos. Destas buscas surgiu a conclusão sobre a controvérsia brasileira – ping-pong x tênis de mesa – como dois desportos diferentes ou, como sendo um passatempo e outro desporto.  
 
O que houve realmente foi que os iniciantes da prática no Brasil eram turistas ingleses que, mais ou menos em 1905, começaram a implantá-lo em São Paulo. O nome teria de ser ping-pong, pois a época era a da “epidemia” deste nome em Londres; as dimensões da mesa, os seus praticantes possuíam de memória e a contagem era a adotada na época, na Inglaterra, bem como o saque diretamente por cima da rede. O que aconteceu em seguida foi que o tênis de mesa brasileiro marchou sempre atrasado em relação ao mundial, por falta de contato até 1940.  
 
Podemos fixar o ano de 1912 como o início das atividades organizadas do tênis de mesa, pois até então era praticado em casas particulares e em clubes. Naquele ano foi disputado o primeiro Campeonato por equipes em São Paulo, saindo vencedor o Vitória Ideal Clube. No ano seguinte venceu o Mackenzie, a ACM em 1914/1915, e o Atlético Ipiranga até 1922. O primeiro campeonato individual foi no ano do Centenário e o seu vencedor foi Júlio Alvizu, tendo sido disputado de acordo com as regras codificadas e publicadas por Leopoldo Santana. Em 1926, surgia a Liga Paulista de Ping-Pong, sendo seu primeiro presidente Lido Piccinni e seu primeiro campeonato oficial vencido pelo Castelões Futebol Clube.  
 
Se o tênis de mesa entrou no Brasil pela porta de São Paulo, tudo indica que, inicialmente, teve sua marcha acelerada no Rio de Janeiro. Embora não tivéssemos conseguido dados preciosos, apuramos que em 1924 já se praticava no Vasco da Gama o desporto da bolinha branca e sua equipe e sua equipe era constituída por Adão, Luzitano, Carnaval e Lopes e que a Liga Carioca de Ping-Pong deve Ter sido fundada antes da Paulista pois, em 1926, a filiação do Ubá Ping-Pong Clube foi negada por não possuir o mesmo recinto fechado para a prática do desporto.  
 
Em 1929, um jogador alemão Máximo Cristal chegou a São Paulo empunhando uma raquete com pino e venceu os ases de São Paulo e o “Ourives e Afins Soc. Recreativa” campeão do ano retirou-se da Liga fundando a Associação Paulista de Ping-Pong cujo primeiro foi Miguel Munhoz. Até 1938 marchou o ping-pong com altos e baixos em São Paulo mais ou menos controlado pelas duas entidades até 1934 quando a liga se extinguiu. No Rio de Janeiro sob a direção da Liga Carioca de Ping-Pong da qual faltam dados preciosos e, marchando mais à custa de iniciativas particulares, umas até de fundo comercial, pois na casa de jogos denominada Frontão faziam-se exibições pagas e um Sr. Faria possuía em 1932 um salão com quatro mesas alugadas por 500 réis a partida de 50 pontos. Por outro lado um grande idealista e competente desportista Joaquim Alves, à frente da seção do Clube Ginástico Português impulsionava o desporto, realizando jogos amistosos e disputas bem organizadas de Taças como a “Copa Lorenzo Nicolai”, de 1934, e a Taça “Ginástico Patriarca”, em 1932. 
 
Embora tenhamos a convicção de que o intercâmbio Rio x São Paulo se fez anteriormente, a primeira informação segura obtida refere-se a 1932 e vale a pensa descrevê-la com os dados fornecidos por Luiz Brasil Freões pelo pitoresco de seus incidentes. Nos primeiros dias de junho de 1932, a Liga Carioca de Ping-Pong e o E. C. Antártica resolveram disputar em São Paulo uma série d jogos. A equipe da liga era constituída por Hélio, Horácio, Nelson, Pizoti e Pindoba e a do clube pelos três últimos, mais Colosso e Luiz, que chefiariam as duas delegações. Dificuldades financeiras ameaçavam a excursão, mas a insistência de Pindoba obrigou os demais a embarcarem quase desprovidos de numerário no dia 8 de junho de 1932. Antes não o tivessem feito e por isso não perdoaram Pindoba (a quem atribuímos o título de primeiro “secura” do tênis de mesa brasileiro), pois que em Cruzeiro o trem ficaria duas horas, mesmo levando no último vagão o general Meira de Vasconcelos e seu estado Maior, designado comandante da Região Militar. Estouraria a Revolução Constitucionalista e, ao chegarem em São Paulo, em vez de desportistas a esperá-los, tiveram guarda de honra militar. E foi assim durante três meses. Tiveram que viver em São Paulo, amparados na medida do possível pelos desportistas da paulicéia, quer com alojamento nos salões dos clubes ou com presentes de mantimentos que tinham de ser preparados por eles próprios, quer com exibições de entradas pagas que quase nada rendiam, pois a época era de guerra. Contou-nos Luiz que uma série interminável de padecimentos eles sofreram, até ameaças à integridade por parte de elementos mais exaltados, um dos quais, ao receber de Luiz a resposta de que era gaúcho e não carioca, respondeu: “é a mesma coisa, eu quero é acertar alguém”. 
 
Em 1937, o raquetista paulista Rafael Bolgna leu na revista “Life” uma reportagem do ás norte-americano Lou Pagliaro e constatou a diferença entre o tênis de mesa nacional e o praticado no estrangeiro. Mesmo com a colaboração do jogador francês Kurt Ortweilor, radicado em São Paulo, não obteve este desportista boa acolhida na Associação de Ping-Pong, mas, não esmorecendo, conseguiu que a colônia húngara, sob o patrocínio do Sr. Leon Orban promovesse a vinda ao Brasil em 1938 dos ases mundiais M. Szabados e I. Kellen. Apesar das diferenças das regras e das dimensões da mesa, Ricardo D’Angelo bateu Szabados perante cerca de duas mil pessoas, obtendo assim a primeira vitória internacional do Brasil. Foi então que os desportistas brasileiros tomaram conhecimento das novas regras, pois também no Rio o ás carioca Guilherme Ferreira não quis enfrentar o húngaro em vista da diferença de regras e, juntamente com Lourival de Carvalho e Djalma de Vicenzi encetaram a campanha de adoção das regras internacionais. Em 7 de novembro de 1940, o Clube Atlético Fazenda Estadual inaugurava a primeira mesa de tênis no Brasil, e a antiga Associação de Ping-Pong transformava-se em julho de 1941 em Federação Paulista de Tênis de Mesa. Em outubro deste ano, o C.A.F.E. vem ao Rio de Janeiro e disputa jogos pela nova regras com o Fluminense, Tijuca e Braz de Pina, levando Di Vicenzi a fundar em 10 de novembro a Federação Metropolitana de Tênis de Mesa na Sede do Tijuca Tênis Clube e apoiado pelos grandes clubes do Rio.  
 
Em janeiro de 1942, os cariocas representados por De Vicenzi, A. Neves e G. Ferreira, além dos paulistas Bologna, F. Nunes e W. Silva, aprovam a tradução das regras e assinam convênios que levam à oficialização do Tênis de Mesa pela C.B.D. (Confederação Brasileira de Desportos). Em 1947, graças aos esforços de De Vicenzi, o Brasil participa do 3º Campeonato Sul-Americano e o internacional, tão indispensável para o nosso progresso, se intensifica com a idéia de Mário Jofre de participar dos mundiais – idéia que Dagoberto Midosi pôs em execução e que estes dois desportistas concretizaram com o auxílio de outros. 

Fonte: O tênis de mesa no Brasil


 


 

Regras

Tênis de Mesa e Pingue-Pongue têm regras semelhantes, sendo que o primeiro constitui-se em algo organizado e mais competitivo, enquanto o segundo é o esporte mais descontraído. É a brincadeira, é o lazer.

A MESA
Têm 2,74m de comprimento e 1,525mm de largura e 76cm de altura. Pode ser feita de qualquer material, na cor escura e fosca, produzindo um pique uniforme de bola padrão oficial (aprovada pela ITTF); tendo uma linha branca de 2cm de largura em toda a sua volta. Para os jogos de duplas, ela é dividida em duas partes iguais por uma linha branca de 3mm de largura, no sentido do comprimento.

A REDE
A rede estende-se por 15,25cm além das bordas laterais da mesa e tem 15,25cm de altura, devendo ser de cor escura e devem possuir a sua parte superior branca.

A BOLA
Deve ser feita de celulóide ou plástico similar, nas cores branca ou laranja e fosca, pesar 2,7g e ter diâmetro de 40mm.

A RAQUETE
1 - A raquete pode ser de qualquer tamanho, forma ou peso e constituída de madeira natural em 85% do material.
2 - O lado usado para bater na bola deve ser coberto com borracha com pinos para fora tendo uma espessura máxima de 2mm, ou por uma borracha "sanduíche" com pinos para fora ou para dentro, tendo uma espessura máxima de 4mm.
3 - O lado não usado para bater na bola deve ser manchado de cor diferente da borracha e só deve ser vermelho vivo ou preto.
4 - A raquete tem que ter duas cores diferentes, para ser usada, e essas cores só podem ser, preto e vermelho vivo.
5 - Não é permitido jogar com o lado de madeira.

A PARTIDA
1 - Constitui-se de sets de 11 (onze) pontos. Pode ser jogada em qualquer número de sets ímpares (um, três, cinco, sete, nove...). No caso de empate em 10 pontos, o vencedor será o que fizer 2 pontos consecutivos primeiro.
2 - O atleta que atua o 1º set num lado é obrigado a atuar no lado contrário no set seguinte.
3 - Na partida quando houver "negra" (1 a 1), (2 a 2) ou (3 a 3) , os atletas devem mudar de lado logo que o atleta consiga 05 pontos.

O SAQUE
1 - A bola deve ser lançada para cima (16cm no mínimo), da palma da mão livre na vertical e, na descida, deve ser batida de forma que ela toque primeiro no campo do sacador, passe sobre a rede sem tocá-la e toque no campo do recebedor.
2 - O saque deve ser dado atrás da linha de fundo ou numa extensão imaginária desta.
3 - Cada atleta tem direito a 2 (dois) saques, mudando sempre quando a soma dos pontos seja 2 (dois) ou seus múltiplos.
Ex.: 2 a 2 = 4 = 6 a 6 = 12 
4 - Com o placar 10-10, a seqüência de sacar e receber deve ser a mesma, mas cada atleta deve produzir somente um saque até o final do jogo.
5 - O direito de sacar ou receber primeiro ou escolher o lado deve ser decidido por sorteio (ficha de duas cores), sendo que o atleta que começou a sacar no 1º set começará recebendo no 2º set e assim sucessivamente.
6 - O sacador deverá sacar e retirar o braço da mão livre da frente da bola de modo que nada esteja entre a bola e o adversário a não ser a rede e suportes.

UMA OBSTRUÇÃO (NÃO VALE PONTO)
A partida deve ser interrompida quando:
1 - O saque "queimar" a rede.
2 - O adversário não estiver preparado para receber o saque (e desde que não tenha tentado rebater a bola).
3 - Houver um erro na ordem do saque, recebimento ou lado.
4 - As condições de jogo forem perturbadas (barulho, etc).

UM PONTO
A não ser que a partida sofra obstrução (não vale ponto), um atleta perde um ponto quando:
1 - Errar o saque.
2 - Errar a resposta.
3 - Tocar na bola duas vezes consecutivas.
4 - A bola tocar em seu campo duas vezes consecutivas.
5 - Bater com o lado de madeira da raquete.
6 - Movimentar a mesa de jogo.
7 - Ele ou a raquete tocar a rede ou seus suportes.
8 - Sua mão livre (que não está segurando a raquete) tocar a superfície da mesa durante a seqüência.

CORREÇÃO DA ORDEM DE SACAR, RECEBER OU LADO
Se um atleta der um ou mais saques além dos dois de direito, a ordem será restabelecida assim que for notado, tendo o adversário que completar o múltiplo de dois. 
Se no último set possível, os atletas não trocarem de lado quando deveriam fazê-lo, deve trocar, imediatamente, assim que se perceba o erro. A contagem será aquela mesma de quando a seqüência foi interrompida.
Em hipótese alguma haverá volta de pontos. Todos os pontos contados antes da descoberta do erro deverão ser confirmados.

JOGOS DE DUPLAS
Valem as mesmas regras, sendo que:
1 - O saque tem que ser feito do lado direito do sacador para o lado direito do recebedor.
2 - Cada atleta só pode bater uma só vez na bola.
3 - A ordem do saque é estabelecida no início do jogo e a seqüência será natural:
Atleta A saca para o X
Atleta X saca para o B
Atleta B saca para o Y
Atleta Y saca para o A que, saca para o X e assim, sucessivamente, cada atleta vai dando 2 saques.
No empate 10-10, cada um só dá 1 saque por vez.
4 - Se a bola do saque tocar a rede (queimar), e cair no lado esquerdo do recebedor - além da linha central - o sacador deverá perder o ponto.

VESTIMENTA
Camisa, shorts e saias podem ser de qualquer cor ou cores exceto que, quando uma bola branca está em uso somente gola e as mangas da camisa podem ser brancas, e, quando uma bola laranja está em uso, somente àquelas partes podem ser de cor laranja.

Fonte: www.cbtm.org.br

Ranking

Confederação Brasileira de Tênis de Mesa

Link de acesso: Ranking da Federação Paulista de Tênis

Equipamentos

 

Torneios

Este espaço é destinado para a divulgação dos principais torneios da modalidade. As Academias, clubes e locais de prática que estão cadastrados no Club Racket também podem divulgar seus torneios no portal.


Data: 09 a 12/06/2011
Datas: 16 e 17 /04/2011
Data de inscrição:
Inscrições:  até 11/04/2011
Lugar: Maracanãzinho no Rio de Janeiro
Lugar: Ginásio de Esportes Duque de Caxias
Tipo de evento: Aberto do Brasil
Tipo de evento: 1º Torneio do Ranking Paulista
Organizador/responsável: Confederação Brasileira
Organizador/responsável: Federação Paulista de Tênis de Mesa
Taxa de Inscrição: R$ 70,00/R$110,00 - R$ 40,00/R$ 70,00
Taxa de Inscrição: R$ 30,00 atleta / R$ 55,00 Clube

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Eventos

Espaço para a divulgação de eventos referente a modalidade dos usuários cadastrados no Club Racket.

Onde Treinar

Faça o seu cadastro no Club Racket, o maior Portal de Esportes de Raquete.


 

A história da ADR - Itaim Keiko, começou em 1983 quando alguns atletas que treinavam nas dependências da Sociedade Esportiva Palmeiras, depararam-se com o encerramento das atividades de Tênis de Mesa no clube.

A solução foi treinar na casa do Sr.Chikaraishi, nas dependências de sua fábrica. Antes, houve a tentativa de treinar no Anhanguera Nikkey Club, sem resultados positivos. Acompanhando e participando de nossas dificuldades o Sr.Chikaraishi resolveu fundar um clube para participar dos jogos da Federação Paulista. O nome? Itaim Keiko, devido a enorme colaboração e patrocínio dos irmãos empresários Kyozo Abe e Kaoru Abe, donos da Industria Elétrica Itaim Ltda. e Keiko do Brasil Ind. e Com. Ltda., respectivamente. Em 84 passamos a treinar num velho galpão do Sr. Kyozo que após algum tempo foi trocado por outro local específico para treinamentos. Já instalados no bairro da Saúde e com o comando do técnico Eiji Nakano, o nome Itaim Keiko começou a impor respeito perante os adversários. Tanto esforço começava a apresentar resultados. Com a chegada do Sr.Marcos Yamada para a direção técnica, aumentou consideravelmente o número de atletas no clube. Logo, foi necessário contratar auxiliares para o novo técnico, devido ao grande número de atletas novos. Em 1987, iniciamos nossa participação nos US Open, realizados anualmente, onde nossos atletas têm colecionados vários títulos nas categorias individual, duplas e equipe.

Já se passaram 25 anos de nossa existência , 25 anos de reconhecimento em todo o Brasil como um dos pólos de desenvolvimento do tênis de mesa no país, formando atletas a nível de seleção. Prova deste respeito é o patrocínio firmado com a Butterfly para fornecimento de material esportivo e estágios no Japão.

Minako Takahashi

Parque Imperial
Rua Paracatu, 490
CEP: 04302-020
Fone:(11) 2275-5345
(Veja o mapa)

 

Biblioteca

O objetivo da Biblioteca é dar sugestões indicadas pelos usurários do Club Racket de bons livros, textos, artigos referente a modalidade.

Título: Tênis de Mesa
Autor(es): Kelly Tiemi Nagaoka, Welber Marinovick e Cristina Akiko Lizuka
Editora: Phorte
Sinopse:
O objetivo desta obra está em trazer os principais subsídios necessários para melhoria do treinamento do tênis de mesa, seja para o ensino desta modalidade como para o aprimoramento do profissional que nela atua, fornecendo materiais de pesquisa também nesta área.
Organizado por Welber Marinovic, Cristina Akiko Iizuka, Kelly Tiemi Nagaoka e dividido em 13 capítulos, com diversos profissionais detalhando sobre inúmeros temas, a obra que trata de um dos esportes mais praticados do mundo, vem de maneira simples e objetiva esclarecer o desenvolvimento das habilidades no tênis de mesa, com uma parte destinada a exercícios práticos e a outra que trata da forma mais acadêmica deste tema.
Indicado por quem: Club Racket

Curiosidades

Quando as raquetes não eram regulamentadas pela ITTF, todos os tipos de materiais eram usados.

Entre os mais estranhos estavam: esponjas com espessuras de 5 polegadas, pura madeira e lixa.

A marca pingue-pongue foi registrada por Parker Brothers, que exigiu uma soma enorme de dinheiro da Associação de Tênis de Mesa dos Estados Unidos - USATT, para os direitos daquela marca.

Em resposta a comunidade deu para o esporte seu próprio nome: tênis de mesa. Jogadores de alto nível podem fazer jogadas com giros de até 9000 rotações por minuto.

As bolas de tênis de mesa não são totalmente vazias. Elas são pressurizadas com gás.

Existem mais de 30 companhias de tênis de mesa ao redor do mundo, produzindo desde raquetes até uniformes para treinamento.

Certos governos, como a Suécia e China, pagam os jogadores de nível, somente para treinar e jogar pelo país.

Na China, a maioria das crianças é avaliada muito cedo para ver tem habilidades e talento para esportes como ginástica e tênis de mesa. Caso sejam consideradas talentos, elas recebem treinamento rigoroso desde cedo na área de maior potencial.

A velocidade alcançada após uma cortada de um atleta adulto no Tênis de Mesa, geralmente supera a velocidade de 200km por hora. Tal situação ainda é mais complicada para quem tem que defender o golpe, pois o tempo de reação (milésimos de segundo) e a distância percorrida pela bola - inferior a 3 metros, na maioria das vezes - são muito curtos.

Notícias Tênis de Mesa

Data:01/11/2011, por Felipe Dótoli

Hugo Hoyama funda instituto de tênis de mesa em São Bernardo

O Instituto Hugo Hoyama de Tênis de Mesa sairá do papel e atenderá centenas de crianças das escolas públicas de São Bernardo.

O projeto, que promoverá a iniciação de estudantes na modalidade, será inaugurado em 2012 e tem apoio das Secretarias de Esporte e Educação da cidade, que auxiliam na introdução do esporte nas instituições de ensino.

Faltam apenas alguns detalhes para a concretização do projeto.

“Estamos correndo atrás de alguns patrocinadores. Já conversamos com algumas escolas para implantar o projeto. Era para termos iniciado o projeto este ano, mas pela correria e a disputa do Pan, vamos iniciá-lo em 2012”, afirmou Hugo Hoyama, que conquistou dez medalhas de ouro em Jogos Pan-Americanos.

O número de escolas atendidas ainda é incerto, mas já para o primeiro ano de instituto, o mesa-tenista colocou uma meta.

“A nossa ideia é atender o máximo de escolas possível em São Bernardo. Queremos trabalhar já em 2012 com pelo menos três escolas da cidade”, contou Hoyama.

Não haverá, a principio, dinheiro das pastas no Instituto Hugo Hoyama, apenas incentivos financeiros arrecadados por meio de patrocinadores.

Segundo o mesa-tenista que dá nome à entidade, as secretarias ajudam o projeto de outras formas, como favorecer para que o programa esteja nas escolas.

O instituto ainda não terá uma sede própria, mas sim um grupo que aplicará a modalidade nas instituições de ensino.

Fonte: www.metodista.com.br

 

SÃO CAETANO RECEBE SELEÇÃO DE TÊNIS DE MESA

Data: 27/09/2011, por Anderson Fattori

São Caetano foi a cidade escolhida pela Seleção Brasileira de Tênis de Mesa para realização de fase de treinamento com objetivo de acertar os últimos detalhes antes da viagem para disputa dos Jogos Pan-Americano de Guadalajara, no México, em outubro.

O grupo chega ao município quinta-feira e as atividades serão comandadas pelo coordenador técnico Lincon Yasuda , no Circolo Italiano, localizado na Rua Oswaldo Cruz, nº 2.010, no bairro de Santa Paula.

Para melhorar o nível e ajudar na evolução dos brasileiros, um sparring internacional, o francês Thomas Le Breton, participará dos treinos até o dia 4 de outubro.

Segundo a programação, haverá treinos em dois períodos praticamente todos os dias.

No sábado, no entanto, haverá folga na parte da tarde e o domingo será de descanso.

Entre os convocados está o experiente Hugo Hoyama, de São Bernardo, que se prepara para lutar pelo décimo ouro em Jogos Pan-Americanos.

Além dos selecionados para o Pan, outros atletas da nova geração também participarão.

Foram chamados para integrar o grupo Cazuo Matsumoto, Eric Jouti, Hugo Calderano, Gui Lin e Kátia Kawai.

Fonte: Diário Grande ABC

 

 

REGIÃO DO ABC BRILHA NAS OLIMPÍADAS

Data: 25/09/2011

Dois colégios do Grande ABC se destacaram no Campeonato Brasileiro de Escolares - a Olimpíada da categoria -, maior competição do tipo em nível nacional, realizada na semana passada em João Pessoa, Paraíba.

O Educandário Santo Antonio, de Santo André, e o Ábaco, de São Bernardo, faturaram as primeiras colocações no tênis de mesa e handebol, respectivamente.

Formada pela dupla Gustavo Kenzo Yokota e Matheus Shimoki, a equipe mirim do Educandário faturou o título de forma invicta.

O mérito de representar São Paulo no torneio nacional da Paraíba foi alcançado pelas conquistas anteriores do municipal.

Eike Akio Kanashiro Onodera e Rafael Vinicius Torino também integraram o time.

FEMININO

A equipe mirim do Educandário, formada pelas mesa-tenistas Bruna Yumi Takahashi, Bianca Richetto Zeber, Juliane Akina Kagohara e Giovanna Felici Chiarlitti, trilhou o mesmo caminho vitorioso dos garotos e, após faturar os títulos municipal e estadual, disputou o torneio nacional no Nordeste.

Bruna e Juliane inicialmente formaram a dupla escolhida para buscar o título nacional, mas por causa da pouca idade - apenas 11 anos - a primeira teve de ser substituída por Caroline Gonçalves, representante da escola José Calvitti - Caroline havia sido campeã entre as escolas do Estado de São Paulo.

Mesmo assim, a dupla formada por Juliane e Caroline, representantes do Estado, conquistou a medalha de bronze no Campeonato Brasileiro.

INDIVIDUAL

O atleta Gustavo Kenzo Yokota também brilhou e sagrou-se campeão da categoria.

Na decisão, derrotou o carioca Diego Dias, da Seleção Brasileira, por 3 sets a 1.

Em toda a competição, foi o único set perdido pelo jogador do Educandário, que fechou a jornada como o mais regular.

Com o feito, o já experiente garoto de Santo André garantiu o direito de disputar o Campeonato Sul-Americano, que será realizado entre os dias 30 de novembro e 7 de dezembro, na cidade de Bogotá, capital da Colômbia.

"Sabia do alto nível da competição e dos adversários na Paraíba. Me preparei muito para o campeonato e, felizmente, coloquei em prática tudo aquilo que treinei e alcançei meu objetivo", declarou o campeão.

No feminino, Juliane Akina Kagohara, outra representante do Educandário, foi destaque, ficou com o vice-campeonato brasileiro e também disputará o Sul-Americano.

Walter Franco da Rocha, do Educandário, será o treinador de Gustavo e Juliane na Colômbia.

Fonte: Diário do Grande ABC 

 

 

GRANDES ESTRELAS PARTICIPAM DO CIRCUITO AMAZÔNICO DE TÊNIS DE MESA EM MANAUS 

Mesatenistas consagrados participaram da Copa do Brasil e do Ibero Americano, que aconteceu no Studio, Zona Sul de Manaus, de 1º a 4 de setembro

Data: 05/09/2011 por Lorrena Serrão

Durante quatro dias Manaus recebeu grandes estrelas do Tênis de Mesa brasileiro e internacional.

O Circuito Amazônico da Modalidade que envolveu a Copa do Brasil e o Ibero Americano surpreendeu os mesatenistas e principalmente o público que compareceu ao Studio 5, Zona Sul, para prestigiar o evento.

Para o secretário municipal de Desporto e Lazer, Fabrício Lima, a Cidade não deixou nada a desejar.

“Estou muito feliz é bom saber que as pessoas chegaram a nossa cidade e foram bem recebidas. Nós ganhamos R$ 100 mil em material e somos candidatos a sediar os jogos pré-olímpicos de Londres, em 2012, tudo isso graças a estrutura que tivemos nos dias de competição, cada um fez a sua parte e o resultado não poderia ser diferente. Estamos de parabéns”, destacou Lima.

O presidente a CBTM, Aloar Azevedo, também ficou surpreso com a estrutura que a cidade disponibilizou aos atletas e a todas as comissões.

 “Este evento superou as nossas expectativas, o Studio 5 reúne aspectos ideais para a pratica do tênis de mesa. A refrigeração foi perfeita e o lugar bastante confortável para os atletas e para o publico. Ficamos muito tempo sem realizar eventos em Manaus por falta de uma arena climatizada, mas isso não é mais problema.

Outro ponto que devemos destacar foi a capacidade hoteleira, os atletas ficaram a poucos passos do ginásio e isso facilitou muito a estadia deles aqui”, comentou Azevedo.

Nada a reclamar Hugo Hoyama, um dos grandes ídolos da modalidade no Brasil também elogiou o evento. “Ninguém tem nada a reclamar o ginásio é ótimo, hotéis próximos, organização boa, Manaus está querendo acreditar em todos os esportes e isso é um trabalho muito legal, e espero que no futuro os amazonenses possam fazer parte da seleção brasileira, não só no tênis de mesa, mas em outras modalidades também”, disse Hoyama que deixou um recado. “Sempre sou bem recebido em Manaus, obrigado pelo carinho e não deixem de acompanhar os esportes”, completou.

Final Ibero Americano

A final do Ibero Americano foi sensacional, de um lado o Brasileiro Hugo Hoyama, do outro o argentino Liu Song, mesatenistas consagrados que fizeram uma disputa acirradíssima.

O Brasil saiu na frente e venceu o primeiro set por 11 a 06, mas a argentina reagiu e chegou a conquistar três sets.

Porém, isso não desanimou a torcida que continuava a incentivar Hoyama, com gritos de “Eu acredito” que entoavam pela arena e deram forças para Hugo que conseguiu igualar o placar em três sets.

Mesmo assim o Brasileiro foi derrotado no último set por 11 a 7.

É desta vez nós não podemos festejar em cima dos hermanos, pois foram eles que levaram a melhor.

 

Fonte: A Crítica.com

 

 

 

CHINESA QUE PODE DEFENDER O BRASIL NO PAN CONHECEU O PAIS POR CURIOSIDADE E "PREGUIÇA"

Por Marcio Hasegava, da redação do ESPN.com.br

Data: 02/09/2011

Principal potência mundial do tênis de mesa, a China possui tantos jogadores de alto nível no cenário mundial que pode até se dar ao luxo de 'exportar' atletas.

Atualmente, é comum ver chineses defendendo outras nações em competições internacionais.

República Dominicana, Argentina e Canadá já se utilizaram desse expediente. E o Brasil pode entrar nessa lista nos próximos Jogos Pan-Americanos, que serão realizados no México, em outubro.

Caso o processo de naturalização termine a tempo da inscrição, Gui Lin, que completa 18 anos no mês que vem, vai representar as cores do país em Guadalajara.

Gui Lin, natural de Nanning (capital da província de Guangxi, ao sul da China), chegou no Brasil há seis anos por intermédio do conterrâneo Wei Jian Ren, ex-treinador da seleção brasileira, natural da mesma cidade que ela.

Em visita à terra natal, Wei acabou conhecendo Gui Lin, que logo manifestou interesse de conhecer a terra onde o treinador trabalhava.

E como aconteceu essa paixão súbita por um país a meio mundo de distância? Um dos motivos foi a curiosidade, já que ela queria conhecer outros países e o Brasil, do qual só tinha ouvido falar do futebol, era um completo mistério.

Já a outra razão não é nem tão nobre e nem tão incomum, pelo menos neste lado do planeta: preguiça. Na China, as crianças estudam de manhã e de tarde.

Para "fugir" da escola, Gui Lin investiu no tênis de mesa, cujos treinos eliminava parte do tempo em sala de aula. A atitude deu certo e ela ingressou na seleção de sua província, mas, depois, até o esporte a cansou e ela resolveu aproveitar a chance de vir para o Brasil para ganhar mais uma "folga".

"Primeiro, não queria estudar, aí fui treinar. Aí, não queria mais treinar e vim para cá. Mas me dei mal, porque estou treinando mais que lá [risos]. Mas eu era muito criança. Não sabia nada. Só queria brincar", confessa Gui Lin, que teve esperar uma semana para que seus pais permitissem que morasse aqui.

Para a alegria deles, a preguiça foi embora e ela novamente se motivou a treinar e até a estudar: Gui Lin planeja fazer um curso superior depois de encerrar a carreira de atleta.

"Pretendo fazer faculdade aqui. Estou pensando em engenharia", diz a atleta, para quem a vontade de rodar o mundo, outra vez, ainda permanece a mesma. "Eu penso que você chega em um nível em que se torna bom jogar lá fora para poder melhorar.

" Brasileira - Fora o idioma, com o qual ainda sente alguma dificuldade, ela já se sente completamente à vontade no Brasil, embora não negue suas raízes. "Nasci lá, mas passei minha adolescência aqui. Todo mundo fala que eu já tenho cara de brasileira", disse a atleta, que decidiu se naturalizar no ano passado.

"A Confederação confiou em mim e está investindo, pagando viagens e treinos lá fora para eu pegar experiência. Tenho que agradecer a chance que eles me deram. Não é qualquer país que vai investir em estrangeiro.

Realmente gostei deste país e quero conquistar bons resultados por aqui", diz a atleta, que coloca a conquista de medalhas pan-americanas e o top 100 do mundo como objetivos.

A jogadora, porém, sabe que, apesar de morar aqui há seis anos e estar bem adaptada, sua naturalização não é bem aceita por todos, embora nunca tenha sido hostilizada por isso.

"Eu não vi ainda. Mas acho normal, porque não é todo mundo que vai concordar. Eu não sou uma pessoa perfeita. É bom também ter críticas, porque aí eu treino mais, quero mostrar mais para essas pessoas", afirma a atleta, que não julga chineses que, diferentemente do seu caso, resolvem defender outros países apenas para participar de grandes competições.

"Esse é um pensamento particular. Cada um pensa diferente. Deve ter alguns que querem aproveitar, mas há outros que querem representar o novo país"

Fonte: www.espn.com.br

 

 

 

TÊNIS DE MESA DE ITU CONQUISTA 8 MEDALHAS EM TORNEIO NACIONAL

Data: 31/08/2011

A equipe de tênis de mesa da Secretaria Municipal de Esportes de Itu voltou de Praia Grande (litoral paulista) com oito medalhas nas malas, após participar da Copa Brasil Sul-Sudeste III.

O evento, organizado pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, teve a participação de 300 atletas de 56 equipes nacionais.

Pela equipe ituana na categoria Rating “N” o campeão foi Gustavo Yukio Kinoshita, o vice-campeão foi Patrick Mune e, empatados na terceira colocação, ficaram Henrique Enzo Uezato e Lucas Salomão Silva.

Pela categoria Rating “L” Fábio Massanori Arasaki também conquistou a medalha de ouro. No Rating “C” Guilherme Spinelli foi o campeão e no Rating “D” feminino, Jéssica Namie Iseri foi a terceira colocada.

Já pelo ranking Absoluto “B” Rafael Neposiano Monteiro conquistou o lugar mais alto no pódio.

Fonte: www.itu.com.br

 

 

 

 

MATSUMOTO BATE HOYAMA E LEVA A COPA BRASIL

Data: 30/08/2011

O mesatenista Cazuo Matsumoto aproveitou a terceira edição da Copa Brasil Sul-Sudeste para varrer qualquer tipo de desconfiança sobre a sua forma física.

Vindo de lesão, o atual 180º colocado no ranking mundial bateu na decisão do Absoluto "A" o colega de treinos Hugo Hoyama por 3 sets a 2 (parciais de 11/9, 11/6, 9/11, 6/11 e 16/14).

Terminada a Copa Brasil Sul-Sudeste, os principais mesatenistas brasileiros ficam no aguardo da convocação oficial da equipe que representará o País no Pan de Guadalajara.

No dia 12 de setembro, a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) chamará seis atletas (três homens e três mulheres).

Além de Hoyama a Matsumoto, outros nomes, como Gui Lin e Gustavo Tsuboi, estão cotados.

Fonte: Esporte Terra

 

 

EUIPE DE TÊNIS DE MESA DO EDUCANDÁRIO SANTO ANTÔNIO VESTE A AMISA DO ESTADO DE SÃO PAULO NA ETAPA NACIONAL

Data: 29/08/2011

Os alunos-atletas Matheus Shimoki, Gustavo Yokota, Juliane Kagohara e Bruna Yumi Takahashi, do colégio Educandário Santo Antônio, de Santo André (SP), garantiram vaga nas Olimpíadas Escolares, de 12 a 14 anos, em João Pessoa, na Paraíba, entre os dias 9 e 18 de setembro.

Os jovens irão representar São Paulo no tênis de mesa mais uma vez, já que no ano passado a equipe paulista conquistou o vice-campeonato, em Fortaleza, no Ceará.

O time do Educandário não teve grandes dificuldades na categoria feminina para chegar à final.

Já no masculino, a história foi diferente. Na disputa pelo ouro, Matheus Shimoki e Gustavo Yokota superaram os fortes advsersários da escola Objetivo de Santos, e conquistaram um lugar ao sol na etapa nacional.

Em 2010, a escola de Santo André, comandada técnico Walter Franco da Rocha, terminou em segundo lugar no feminino.

Este ano, o grupo espera realizar uma campanha ainda melhor, dessa vez, na capital paraibana.

Fonte: Globo Esporte

 

 

 

HOYAMA SONHA EM MONTAR UM INSTITUTO EM SBC

Por: Edélcio Cândido ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )

Data: 22/08/2011

Lendário mesatenista tem 42 anos e não pensa em se aposentar

Ícone do tênis de mesa no País, Hugo Hoyama, 42 anos, revelou nesta sexta-feira ao ABCD Maior que sonha em ter no futuro um Instituto de tênis de mesa em São Bernardo.

O projeto é parecido ao do ex-tenista Gustavo Kuerten, que realizou em Santa Catarina, no tênis de campo, um local para crianças carentes.

 “Planos temos muitos. O dia em que você não tiver projetos é sinal que acabou o amor pelo esporte, mas comigo isso não acontecerá nunca”, disse.

Hugo Hoyama, que pratica tênis de mesa desde os cinco anos de idade, embalado por amigos, disputou o primeiro Pan-Americano em Indianápolis (1987).

Após mais de uma centena de viagens, olimpíadas, conquistas, alegrias e algumas tristezas, o veterano atleta descansa em sua casa, curtindo a sala especial de troféus, medalhas e as dezenas de camisas do Palmeiras, seu time do coração.

Hoyama, que se prepara para a Copa Brasil, em alguns dias, na Praia Grande, e está de olho no Pan de Guadalajara, no México, no final do ano, nem pensa em aposentadoria.

Se tiver fôlego até lá, aliás, quer disputar a Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro.

Fonte: www.abcdmaior.com.br

 

 

 

ABERTO DO BRASIL REUNIRÁ MAIS DE 100 ATLETAS DE 15 PAÍSES

 Data: 12/08/2011

Alguns dos principais nomes do Tênis de Mesa Paraolímpico se reunirão entre os dias 18 e 20 desse mês para a disputa do Aberto do Brasil Fator 20, que acontecerá no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes, o CEFAN da Marinha, na Av. Brasil, no Bairro da Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro.

Além dos brasileiros, a lista de inscritos tem mais de cem atletas de países tradicionais na modalidade como Alemanha, França, Noruega, Holanda, Suécia, Chile, Rússia, Inglaterra, Espanha, Argentina, Estados Unidos, Itália, Singapura e México. As disputas começam às 10 horas e a entrada é grátis.

Será uma excelente oportunidade para o público ver em ação a elite da modalidade.

Para os brasileiros a competição servirá também como preparação para os Jogos Parapanamericanos de Guadalajara, em novembro.

A exceção de Welder Knaf, da Classe 3, e Flávio Seixas, da Classe 10, todos os outros 27 atletas que conquistaram vagas para o México na Seletiva e por índice técnico estão confirmados.

A CBTM vem se preparando para receber os Jogos Paraolímpicos de 2016 e o Aberto do Brasil Paraolímpico faz parte de uma série de eventos testes que visam elevar o nível de organização das competições.

Além de buscarem pontos importantes para o Ranking Mundial, atletas de outros países terão ainda a chance de conhecer alguns dos pontos turísticos mais visitados do mundo.

A competição aconteceu pela primeira vez no país em 2009 e agora os brasileiros terão novamente a oportunidade de enfrentar em casa os melhores da atualidade. Isso vai ajudar na evolução do nível técnico e na preparação para o Parapan.

Classificação Funcional: A CBTM informa aos atletas que, por causa da mudança no local da competição, a Classificação Funcional acontecerá no CEFAN, no dia 16, a partir das 14 horas, no ginásio principal.

Fonte: www.cbtm.org.br